A TRENSURB É DO POVO GAÚCHO! DIGA NÃO À PRIVATIZAÇÃO

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A intenção do governo Bolsonaro de entregar a Trensurb para a exploração da iniciativa privada não conta com o respaldo dos metroviários. O Sindimetrô/RS alerta que metrô privado é sinônimo de preço ainda mais alto e queda na qualidade. Para o setor privado, o lucro está acima dos interesses da população e dos trabalhadores.

O acesso ao transporte público, com a prestação de um serviço de qualidade e com preços acessíveis, é um direito assegurado ao cidadão pela Constituição Federal, juntamente com educação, saúde e segurança.

Neste sentido, o Sindimetrô/RS não medirá esforços para lutar contra a privatização da Trensurb, criada em 17 de abril de 1980 e colocada em operação em março de 1985. Uma empresa que, apesar da falta de funcionários e dos prejuízos causados pelas terceirizações, presta um serviço essencial à população da região metropolitana de Porto Alegre.

O sindicato chama a categoria e os usuários a se unirem entorno da luta contra a privatização da Trensurb! Diga não aos constantes e abusivos aumentos da tarifa! A Trensurb é do povo!

Reforma da Previdência: Sindimetrô/RS promove debate

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Contrário à reforma da Previdência, o Sindimetrô/RS promove, nesta quinta-feira, 09, um debate sobre o tema. De autoria do governo Bolsonaro, o projeto tramita no Congresso Nacional. A atividade será no refeitório da Trensurb, a partir das 15h.

Para debater o assunto com a categoria, foram convidados os advogados Jeverton Alex de Oliveira Lima e Daniel Lemmertz e a advogada Josiane Silva dos Santos.

METROVIÁRIOS(AS) REJEITAM PROPOSTA SALARIAL DA TRENSURB E DECIDEM APRESENTAR CONTRAPROPOSTA

Reunidos em assembleia, na tarde desta quarta-feira, 08, os(as) metroviários(as) recusaram as duas propostas salariais feitas pela Trensurb e decidiram apresentar uma contraproposta. Foram rejeitadas as propostas de 0% de reajuste salarial e renovação das demais cláusulas, e a de 20% do INPC com alterações em algumas cláusulas sociais.

Como contraproposta, a categoria decidiu abrir a discussão com a direção da empresa sobre duas cláusulas sociais: a que prevê garantia da estabilidade para os(as) cipeiros(as) e a que assegura a estabilidade para empregados(as) afastados(as) por acidentes de trabalho/doença profissional. Para negociar estas cláusulas, a categoria exige a correção de 100% do índice da inflação nos salários; um abono em virtude dos congelamentos do tíquete, cesta básica e auxílio creche; e o fechamento do acordo por dois anos.

Nova reunião de negociação está marcada para quarta-feira, 15, e uma nova assembleia da categoria será convocada para a próxima quinta-feira, 16.

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METROVIÁRIOS(AS) SE REÚNEM EM ASSEMBLEIA NA PRÓXIMA QUARTA

Os(as) metroviários(as) se reúnem em assembleia geral na próxima quarta-feira, dia 08, às 12h30min, no saguão do prédio administrativo da Trensurb, para apreciar a proposta da empresa para o Acordo Coletivo de Trabalho 2019/2020. No dia, a categoria também discutirá formas de mobilização e assuntos gerais.

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TRENSURB APRESENTA PROPOSTA DE REAJUSTE ZERO E RENOVAÇÃO DAS CLÁUSULAS SOCIAIS OU REAJUSTE DE 20% DO INPC COM ALTERAÇÕES EM CLÁUSULAS SOCIAIS

Uma atividade de mobilização da Campanha Salarial, na terça-feira, 30, reuniu metroviários no saguão do prédio administrativo da Trensurb. A atividade ocorreu momentos antes de uma reunião de negociação do Acordo Coletivo de Trabalho 2019/2020 e logo depois de uma reunião do Conselho de Representantes do Sindimetrô/RS.

Na reunião de negociação, a empresa manteve a proposta de 20% do INPC como reajuste salarial e apresentou alguns avanços nas 11 cláusulas em que a proposta inicial era de exclusão. A Trensurb também apresentou como proposta alternativa reajuste salarial zero e renovação das cláusulas sociais.

A empresa mantém a proposta de inclusão das cláusulas referentes ao seguro de vida e ao parcelamento de férias em três períodos, e garante a prorrogação do ACT por apenas 30 dias e não enquanto durarem as negociações como reivindicado pelos sindicatos com representação na categoria.

Os metroviários se reúnem em Assembleia Geral na próxima quarta-feira, 08, para avaliar o processo de negociação e deliberar sobre os próximos passos da mobilização.

Veja, a seguir, a situação de cada uma das 11 cláusulas sociais em discussão:

Cláusula 67ª – Liberações para reuniões sindicais – exclusão do Parágrafo Único e inclusão da informação prévia de 72 horas para convocação;
Cláusula 29ª – Cancelamento das medidas disciplinares – aumento de 18 para 24 meses;
Cláusula 37ª – Portadores de HIV – mantém no Acordo;
Cláusula 30ª – Gestante – mantém no Acordo;
Cláusula 25ª – Garantia contra despedida imotivada – mantém no Acordo;
Cláusula 26ª – Abandono de emprego – mantém no Acordo;
Cláusula 31ª – Pré-aposentado – mantém no Acordo;
Cláusula 34ª – Capacitação e realocação funcional – mantém no Acordo;
Cláusula 36ª – Garantia para atuação na CIPA – proposta de exclusão;
Cláusula 56ª – Acidentes de trabalho/Doença profissional – proposta de exclusão;
Cláusula 63ª – Desconto assistencial – proposta de exclusão.

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SINDIMETRÔ/RS DISCUTE A REFORMA DA PREVIDÊNCIA COM A BASE

A direção do Sindimetrô/RS e a assessoria jurídica Britto & Lemmertz se reuniram com os colegas, no início da tarde desta quinta-feira, 25, na sala dos pilotos no pátio da Trensurb. A conversa esclareceu pontos da reforma da Previdência que prejudicam os trabalhadores e as trabalhadoras.

Esse foi o segundo encontro setorial promovido pelo sindicato. O primeiro aconteceu no último dia 16, com colegas da manutenção noturna. Para o presidente, Luis Henrique Chagas, a única forma de essa reforma ser barrada é com o povo na rua.

Um seminário organizado pelo sindicato, no dia 9 de maio, discutirá a reforma da Previdência e a importância da mais ampla unidade dos trabalhadores para derrotá-la. O encontro é aberto à participação de toda a categoria.

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