METROVIÁRIOS(AS) PARTICIPAM DA ASSEMBLEIA NACIONAL DA CLASSE TRABALHADORA

Metroviários e metroviárias de São Paulo, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul, junto com a representação da Fenametro, participaram na manhã desta quarta-feira, 20, na praça da Sé, em São Paulo, da Assembleia Nacional da Classe Trabalhadora – Contra a Reforma da Previdência e em Defesa da Aposentadoria dos trabalhadores brasileiros.

Milhares de trabalhadores e trabalhadoras de diversas categorias e regiões do país discutiram a necessidade de se contrapor à reforma. O projeto foi entregue na Câmara dos Deputados no final desta manhã. A discussão também se deu no sentido de organizar as diferentes categorias, o movimento social e estudantil para o enfrentamento aos ataques contra direitos históricos da classe trabalhadora.

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TE LIGA, METROVIÁRIO(A), TUA APOSENTADORIA ESTÁ EM JOGO!

PROJETO DE REFORMA DA PREVIDÊNCIA DEVE SER LEVADO À CÂMARA NESTA QUARTA. TRABALHADORES SE ARTICULAM PARA IMPEDIR APROVAÇÃO.

O presidente Jair Bolsonaro deve encaminhar nesta quarta-feira, 20, à Câmara dos Deputados o projeto que modifica as regras de aposentadoria dos trabalhadores. A proposta do governo prevê idade mínima de aposentadoria de 65 anos para homens e 62 anos para mulheres dos setores público e privado, com 12 anos de transição para quem está próximo dessas idades.

Contrários à proposta, os trabalhadores estão se articulando para impedir a aprovação na Câmara. Manifestações unificadas estão sendo realizadas nos últimos dias. Em Porto Alegre, no dia 14, centenas de trabalhadores se reuniram na Esquina Democrática para protestar contra o projeto do governo.

Nesta quarta-feira, 20, às 10h, na Praça da Sé em São Paulo, acontecerá a assembleia nacional unificada. Será a primeira atividade de caráter nacional organizada pelas centrais sindicais, movimentos populares e estudantis em defesa das aposentadorias.

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MANIFESTAÇÃO CONTRA A REFORMA DA PREVIDÊNCIA REÚNE CENTENAS EM PORTO ALEGRE

Uma manifestação contra a reforma da previdência reuniu, no final da tarde desta quinta-feira, 14, no centro de Porto Alegre, uma grande quantidade de trabalhadores e trabalhadoras. Convocado pelas centrais sindicais, o protesto tomou conta da Esquina Democrática, um dos principais pontos de manifestações públicas da capital gaúcha.

As falas durante a atividade foram unânimes em afirmar que a reforma inviabilizará a aposentadoria dos trabalhadores e trabalhadoras. Foram duramente criticados os desvios de recursos da previdência social para outras áreas, através da DRU, e as isenções ficais concedidas aos grandes empresários.

A manifestação desta tarde foi o primeiro passo da mobilização contra a reforma. A continuidade da luta se dará com a assembleia popular marcada para o próximo dia 20, na Praça da Sé, em São Paulo. E, na continuidade, no 8 de março, dia de luta das mulheres, que deve superar em participação as atividades realizadas em 2017 e 2018.

Presentes em grande quantidade na manifestação, metroviários e metroviárias também demonstraram preocupação com a privatização da Trensurb. “Os metroviários e as metroviárias estão na linha de frente na luta travada contra a reforma da previdência, mas também estão lutando contra a intenção do governo federal de entregar a Trensurb para a iniciativa privada”, discursou o dirigente do Sindimetrô/RS Henrique Luis Frozza.

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SINDICATOS DISCUTEM UNIFICAÇÃO DA LUTA POR SALÁRIOS E CONTRA A PRIVATIZAÇÃO

Nesta quinta-feira, 14, ocorreu o terceiro encontro entre o Sindimetrô-RS e outros sindicatos com representação na base da categoria (SENGE-RS, SINTEC e SINDAERGS). A Campanha Salarial deste ano e a intenção do governo federal de privatizar a empresa estiveram na pauta da reunião.

As entidades planejam realizar uma Campanha Salarial unificada e também uma campanha de mídia para alertar os(as) colegas e usuários(as) sobre os riscos da empresa vir a ser privatizada.

Um novo encontro ficou agendado para a sexta-feira, 22, na sede do Sindimetrô/RS.

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CENTRAIS CONVOCAM ATO UNITÁRIO CONTRA A REFORMA DA PREVIDÊNCIA

Na próxima quinta-feira, 14, a Esquina Democrática, no centro de Porto Alegre, será palco de um ato público unitário contra a reforma da previdência. Convocada pelas centrais sindicais, a concentração começa às 18h.

A reforma ampliará a pobreza no país e tornará quase impossível a aposentadoria dos trabalhadores. O ministro da Economia, Paulo Guedes, defende a idade mínima de 65 anos para homens e mulheres, além de 40 anos de contribuição para receber o valor integral.

CAPITALIZAÇÃO – A exemplo da poupança, o sistema de capitalização prevê que cada trabalhador deposite parte do salário em contas bancárias individuais, sem a coparticipação do Estado. No Chile, a privatização da previdência levou o sistema à ruína, com as administradoras dos fundos de pensão se apropriando de grande parte do dinheiro dos contribuintes. Atualmente as baixas pensões pagas aos aposentados estão levando o país a ter uma grande taxa de suicídios entre os idosos.

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PLENÁRIA PREPARA O DIA INTERNACIONAL DA MULHER

Plenária realizada no final da tarde de terça-feira, 12, na sede do Sindicato dos Municipários de Porto Alegre (SIMPA), serviu para aprofundar a preparação do 8 de Março – Dia Internacional da Mulher. Outra plenária ficou agendada para o próximo dia 19.

Em Porto Alegre, a data será marcada pela realização de um ato público no final da tarde e uma concentração ao longo do dia no Largo Glênio Peres.

Com o eixo Mulheres Trabalhadoras, a organização das atividades está propondo que o debate tenha a reforma da previdência como centro, uma vez que as mulheres serão as mais prejudicadas.

Pelo Sindimetrô/RS, participaram da plenária as colegas Pâmela Sinhorelli, Camila Debesaitys e Graziele Bisognin.

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