OS 5 PAÍSES COM O MELHOR TRANSPORTE DO MUNDO TÊM METRÔ ESTATAL

OS 5 PAÍSES COM O MELHOR TRANSPORTE DO MUNDO TÊM METRÔ ESTATAL

O desenvolvimento das cidades, aumento do número de empregos e da qualidade de vida da população passa por um transporte de qualidade. Confira o levantamento feito pelo site americano Inhabitat, que lista os 5 principais sistemas de transporte do mundo:

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MOSCOU (RÚSSIA)
O sistema da capital russa é um dos mais pontuais do mundo. Inaugura há 85 anos, o sistema ferroviário de Moscou tem gestão pública, 346 km de extensão e atende mais de 9 milhões de passageiros/dia.

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PARIS (FRANÇA)
O metrô já foi gerido por empresas da iniciativa privada mas, atualmente, a gestão é feita pela RATP Group, uma empresa estatal que presta serviços de transporte público inclusive em outros países por meio de subsidiárias. Independentemente do lugar de Paris que você esteja, é possível encontrar uma estação de metrô a cada 500 metros: são mais de 300 espalhadas pela cidade.

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LONDRES (INGLATERRA)
A cidade tem o metrô mais antigo do mundo. O Metropolitano de Londres começou a operar em 1863 e ainda hoje é um dos mais eficientes, com 268 estações e cerca de 400 km de extensão. Ele é gerido pela Transport for London, uma empresa pública criada em 2000 pela prefeitura de Londres para implementar o plano de expansão.

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NOVA YORK (ESTADOS UNIDOS)
A construção do metrô de Nova York foi feita de forma mista, com fundos públicos e privados, e as empresas responsáveis pelas primeiras linhas eram privadas. Atualmente, o sistema de metrô é público, com gestão feita pela New York City Transit Authority. Funciona 24h por dia, atendendo toda a demanda da cidade.

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TÓQUIO (JAPÃO)
Com uma rede extensa e completa, o sistema de transporte público é a espinha dorsal da cidade e a primeira opção da população para o deslocamento. O metrô é operado por duas empresas principais: a Tokyo Metro, com capital dividido entre o governo nacional do Japão e a prefeitura; e a Tokyo Metropolitan Bureau of Transportation, gerida pela prefeitura de Tóquio.

UM ANO DE INJUSTIÇA

UM ANO DE INJUSTIÇA

Por Lucas Viegas, Lourdes Noêmia Jung, João Luiz Kurkowski, Maria Angélica da Silveira, Raquel Krumberg e Clóvis Nei Pinheiro

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Hoje completa um ano que a Trensurb nos afastou, sumariamente. Seis colegas que estavam lutando por seus direitos, pelos direitos dos metroviários e os de toda a classe trabalhadora durante a greve geral de 14 de junho de 2019. Já são doze meses sem salários, com nossas carteiras de trabalho retidas e sem a possibilidade de defesa dentro de um processo interno e legal.

Durante estes 365 dias, nós estivemos em várias frentes nas lutas metroviárias, juntos de diversos movimentos sociais e sindicais, e sempre ao lado do Sindimetrô/RS. Este sindicato mantém, com a devida aprovação da categoria, o auxílio jurídico e financeiro para que nós possamos sobreviver apesar desta atitude arbitrária, tomada por parte da empresa.

Muitas entidades representativas, instituições, políticos e representantes de movimentos sociais demonstraram apoio à nossa causa. A batalha judicial segue firme e temos total convicção da nossa inocência e confiamos na pronta reintegração aos nossos postos de trabalho.

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#LutarnãoéCrime
#ReintegraçãodosAfastadosJá

TRENSURB NÃO PODERÁ AUMENTAR A TARIFA SEM APROVAÇÃO DO CONSELHO ESTADUAL DOS TRANSPORTES METROPOLITANOS

TRENSURB NÃO PODERÁ AUMENTAR A TARIFA SEM APROVAÇÃO DO CONSELHO ESTADUAL DOS TRANSPORTES METROPOLITANOS

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A decisão é da juíza Marciane Bonzanini, da 1ª Vara da Justiça Federal de Porto Alegre. De acordo com a magistrada, o poder executivo federal não pode majorar o transporte de forma unilateral, pois a competência de conceder o serviço público de transporte coletivo intermunicipal, bem como de definir os reajustes, é do Estado do Rio Grande do Sul. A juíza condenou a TRENSURB a dar “conhecimento formal da pretensão de aumento tarifário ao Conselho Estadual de Transporte Metropolitano Coletivo de Passageiros – CETM”, sob pena de multa diária de R$10.000,00.

O Sindimetrô-RS e parlamentares do PSOL gaúcho ajuizaram a ação em fevereiro de 2018, quando empresa aplicou um reajuste de quase 100%, elevando a tarifa de R$1,70 para R$3,30. O presidente do sindicato avalia que a decisão é um fôlego para os usuários. “Pelo menos a população não será mais surpreendida com aumentos abusivos”. Luís Henrique Chagas lembra que, apesar de dobrar a tarifa, nenhuma melhoria foi feita e não houve sequer a reposição da inflação no salário dos metroviários. “Esse aumento veio somente para tornar atrativa a privatização”, alerta o dirigente.

FIQUE LIGADO! VOTAÇÃO NO STF PODE IMPEDIR QUE O APOSENTADO ESPECIAL CONTINUE TRABALHANDO

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O Supremo Tribunal Federal está para definir se o aposentado em regime especial pode continuar trabalhando na mesma atividade. Atualmente, o INSS defende que a lei previdenciária não tolera que o trabalhador siga na mesma função após aposentadoria.

O Tema de Repercussão 709 chegou ao STF em 2014, mas o julgamento iniciou, de forma virtual, na última sexta-feira, 29. Se o Supremo votar pela proibição, assim como já fez o ministro relator Dias Toffoli, muitos metroviários serão diretamente prejudicados.

O Sindimetrô lembra que o mesmo tema pode ser negado aos metroviários e outros celetistas, mas é permitido aos servidores públicos estatutários (Tema de Repercussão 888). Recentemente, um policial do Rio Grande do Sul ganhou ação que reivindicava o benefício, por estar na mesma função, mesmo com aposentadoria especial.

SE FOSSE PRIVADO, O TREM TAMBÉM DEIXARIA OS PASSAGEIROS A PÉ, IGUAL AS EMPRESAS DE ÔNIBUS

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Em meio a uma pandemia, que já matou mais de 23 mil brasileiros e está gerando uma crise econômica gigante, as empresas de ônibus de Porto Alegre reduziram, aproximadamente, 150 horários e querem eliminar 12 linhas. O motivo seria um prejuízo pela falta de passageiros. Além da capital, transportes de cidades da região metropolitana também deixaram a população na mão. Como exemplo, em Canoas, a empresa Vicasa interrompeu a linha para Porto Alegre e as linhas integração. Para os passageiros do Catamarã, nos finais de semana, restou depender dos ônibus da Expresso Rio Guaíba, que também reduziu os horários.

Desde o dia 19 de março, quando foi decretado o estado de calamidade pública no Rio Grande do Sul por causa do coronavírus, os metroviários não pararam. Levar e trazer de volta para casa os trabalhadores das atividades essenciais tornou-se uma missão diária. Os passageiros dos ônibus, no entanto, não podem contar com o mesmo tratamento por parte das empresas privadas.

A crise sanitária acendeu uma luz vermelha, onde a população viu a importância do SUS. Sem esse serviço de saúde pública, estaríamos no caos. Também mostrou o enorme valor que tem as estatais Carris e Trensurb. Se o trem fosse privado, como querem o Guedes e Bolsonaro, o que teria acontecido quando o número de passageiros caiu de 160 mil para 27 mil? Certamente não funcionaria nos finais de semana, abandonando os trabalhadores, como têm feito as máfias do transporte.

A diretoria do Sindimetrô-RS lembra que o transporte é um serviço essencial e um direito constitucional, por isso não pode ser tratado como mercadoria. Quando você mais precisa, o serviço público não te abandona!