ACORDO COLETIVO 2018/2019 É ASSINADO

Foi assinado na tarde desta segunda-feira, 09, na sede da Trensurb, o Acordo Coletivo 2018/2019. A pauta havia sido aprovada em assembleia geral realizada no dia 13 de junho. A aprovação só foi possível depois da pressão feita pelos metroviários e metroviárias, levando a empresa a recuar da proposta de um pacote de maldades que retirava uma enorme quantidade de direitos da categoria.

O acordo garante um reajuste salarial de 1,18%, com o primeiro pagamento ainda na folha de julho. Com relação ao dissídio do ano passado, ficou acertado o pagamento integral do IPCA (4,05%) na folha de julho e a integralização do retroativo na folha de agosto.

A assinatura ocorre numa conjuntura muito difícil para os trabalhadores e trabalhadoras, onde poucas categorias estão conseguindo repor a inflação nos vencimentos e muitas estão, inclusive, perdendo direitos em função das reformas feitas pelo governo Temer.

A direção do Sindimetrô/RS considera uma vitória o fato de a categoria ter mantido todas as cláusulas sociais do Acordo Coletivo, ameaçadas pela Reforma Trabalhista. Adverte, porém, para a necessidade de manutenção da mobilização até o fechamento do Acordo de Escalas, ainda em negociação.

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FESTA JULINA REÚNE CATEGORIA NO SINDICATO

Metroviários e metroviárias reuniram-se nesta terça-feira (02), na sede do Sindimetrô/RS, para uma confraternização julina. Essa foi mais uma atividade de lazer e de integração proporcionada pela diretoria do sindicato.

Com pipoca, cachorro quente, quentão e doces com referência aos festejos desta época do ano, boa parte dos que compareceram, além de comer e se divertir, assistiu a vitória do Brasil sobre o México pelas oitavas de final da Copa do Mundo 2018.

JURÍDICO – Nesta terça-feira (03), no refeitório da Trensurb, às 15h, os advogados Júlio e Ricardo estarão prestando esclarecimentos aos colegas que, por variados motivos, foram acionados judicialmente por dívidas. Aproveite a oportunidade e tire suas dúvidas.

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PELO NOSSO DIREITO DE AMAR

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POR AYLLU ACOSTA E LUCAS VIEGAS

O dia 28 de junho é mundialmente conhecido como o Dia do Orgulho LGBT. A data surgiu em 1969, a partir da reação de grupos LGBTs às constantes repressões policiais que aconteciam no bar Stonewall Inn, em Nova Iorque, local conhecido pela diversidade dos seus frequentadores. O movimento resultou na 1ª Parada do Orgulho LGBT, em 1970. De lá para cá, a data é marcada por manifestações em quase todos os países do mundo e em várias cidades do Brasil.

Mas você sabe o que quer dizer LGBT? A sigla LGBT representa lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais e transgêneros. Para compreendermos melhor cada um desses grupos, é necessário entendermos a diferença entre dois termos: orientação sexual e identidade de gênero.

Orientação sexual: Se refere às pessoas pelas quais sentimos atração e afeto. Aqui entram as lésbicas (mulheres que gostam de mulheres), gays (homens que gostam de homens) e bissexuais (pessoas que sentem atração por homens e mulheres).

Identidade de gênero: É como nos identificamos em sociedade. Nesse sentido, o indivíduo pode se apresentar como um homem ou mulher, sem levar em consideração o seu sexo biológico ou orientação sexual. Aqui entram as travestis, transexuais e transgêneros.

Esclarecidas essas diferenças, voltamos para uma dura realidade… O Brasil é o país que mais mata LGBTs no mundo, reflexo da opressão e discriminação que sofremos diariamente. Apesar disso, alguns direitos civis já foram garantidos em nosso país, como o casamento gay e adoção por casais homoafetivos. No entanto, em diversos locais e culturas a homossexualidade ainda é ilegal e passível de punições, que podem chegar a pena de morte por enforcamento e apedrejamento.

Ao mesmo tempo em que vemos alguns avanços, enfrentamos uma onda conservadora que precisa ser combatida. Ano passado, uma liminar do judiciário permitiu que psicólogos voltassem a fazer terapias de “reversão sexual”. O método, tido como um grande retrocesso, estava suspenso desde 1999 pelo Conselho Federal de Psicologia. Além disso, ainda temos o Projeto Escola sem Partido tramitando em diversos locais do país. Ele visa retirar do ambiente escolar o debate sobre gênero, sexualidade e combate à homofobia.

Nesse contexto adverso, é mais do que necessário estarmos frente à luta dos LGBTs. Precisamos defender e ampliar a discussão do tema na política, educação, movimento sindical e na classe trabalhadora. A proteção dos nossos direitos fundamentais passa pela criminalização da homofobia. Chega de intolerância! Nossas famílias existem e precisam ser respeitadas.

Ayllu Acosta é diretora de comunicação do Sindimetrô/RS
Lucas Viegas é representante sindical do Sindimetrô/RS

HORÁRIO DE ATENDIMENTO JURÍDICO SERÁ ALTERADO NESTA QUARTA

Em função do jogo Brasil x Sérvia pela Copa do Mundo 2018, o horário de atendimento dos advogados da Pro Just será modificado nesta quarta-feira, 27. O serviço da assessoria jurídica será, excepcionalmente, prestado das 9h às 12h.
O sindicato, no entanto, não fechará durante o jogo. O funcionamento segue normalmente das 8h às 17h.

URV-1: ATENÇÃO METROVIÁRIO(AS)

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Os(as) colegas que ainda não preencheram a autorização para depósito em conta dos valores correspondentes a URV-1 devem procurar o sindicato, das 8h às 17h, para proceder a assinatura.

Em caso de beneficiário(a) falecido(a), os(as) sucessores(as) devem entrar em contato com o escritório da Drª Silvia Burmeister pelos telefones 51-32288294, 32255271, 32282908 e 32121864. O contato também pode ser pelo e-mail burma@portoweb.com.br