A direção da Trensurb, formada hoje por indicados do governo Lula, que se apresenta como o governo dos trabalhadores, age em completa contradição com esse discurso. Uma direção composta inclusive por ex-sindicalistas, que deveriam ser os primeiros a respeitar o direito legítimo de manifestação, agora faz aquilo que nem mesmo a gestão bolsonarista da Trensurb ousou fazer. Naquele período, aconteceram atos com as cancelas abertas permitindo o acesso gratuito dos usuários, e ainda assim a empresa não adotou atitudes vergonhosas como as que vemos agora.

A cobrança feita contra o Sindimetrô RS pelo ato político realizado no dia 24 de outubro, na Estação Mercado, veio inclusive na forma de uma notificação extrajudicial acompanhada de um boleto, um ataque direto à liberdade sindical e ao direito de organização da categoria.