Estamos fazendo o que a direção da Trensurb não faz: ouvir os(as) metroviários(as) e enfrentar as condições precárias de trabalho na empresa.
Nossa atividade de caminhada na linha vistoriou diversas estações e a situação é grave: falta de abastecimento de energia, falta de equipamentos, materiais danificados pelas enchentes ainda em locais de trabalho, estações com risco de choque elétrico, buracos e também parede com risco de cair.
A Trensurb está com o seu menor número de efetivo da história e não há data para o novo concurso público, apesar de já ter sido aprovado em edital.
O descaso não é somente com a categoria metroviária, mas principalmente com a população gaúcha, que depende e tem direito a um serviço de qualidade do metrô.
O Sindimetrô RS tem recebido diversas denúncias e irá notificar a Trensurb para que os problemas sejam tratados e resolvidos.
A terceirização dos setores da manutenção, banheiros e da acessibilidade das estações escancaram o que é a privatização: estruturas abandonadas, sem reparo e fora de serviço.
Precisamos de condições dignas de trabalho e de uma gestão comprometida com o serviço público de qualidade que a Trensurb presta ao povo gaúcho há 40 anos.
