Edital de Convocação para Assembleia Geral Extraordinária para 14/07/2016

O Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Transportes Metroviários e Conexas do Estado do Rio Grande do Sul (Sindimetrô/RS), por seu presidente, no uso de suas atribuições legais e estatutárias, convoca os associados do Sindicato para Assembleia Geral Extraordinária, a ser realizada no dia 14 de julho de 2016, no auditório do Sindicato, situado à Rua Monsenhor Felipe Diehl, nº 48 – Humaitá – Porto Alegre – RS, em primeira chamada às 15 horas e, em segunda e última convocação, às 15h30min. Em pauta a discussão e deliberação sobre a seguinte ORDEM DO DIA:

  1. Deliberar sobre a deflagração ou não da Paralisação Coletiva das atividades na Empresa Trensurb S/A, e no caso de aprovação, definir a data da mesma.
  2. Formas de mobilização
  3. Assuntos Gerais

Porto Alegre, 06 de julho de 2016.

Luís Henrique Chagas
Presidente Sindimetrô/RS

Audiência Pública discute privatização da Trensurb na Câmara Municipal de Novo Hamburgo

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No próximo dia 19, às 19h, na Câmara Municipal de Novo Hamburgo, acontece uma Audiência Pública da campanha dos metroviários contra a privatização da Trensurb. A Câmara fica à Rua Almirante Barroso, 261, no Centro. Antes, no dia 13, às 13h, no Salão Júlio de Castilhos da Assembleia Legislativa, será lançada a Frente Parlamentar contra a Privatização.

O Sindimetrô/RS pretende organizar audiências públicas e usar a tribuna dos legislativos municipais de todas as cidades diretamente atendidas pela linha do trem metropolitano. A direção do sindicato já denunciou a intenção do governo federal de privatizar a empresa nas câmaras municipais de Canoas e Novo Hamburgo.

AL-RS cria Frente Parlamentar contra a Privatização da Trensurb

Solicitada pelo Sindimetrô/RS, a Frente Parlamentar contra a Privatização da Trensurb terá o seu lançamento oficial na próxima quarta-feira (13), às 13h, no Salão Júlio de Castilhos da Assembleia Legislativa (AL-RS), em Porto Alegre.

Para o sindicato, com a empresa nas mãos da iniciativa privada os usuários e os funcionários serão os maiores prejudicados. Entre os prejuízos para a população estão, sem dúvida, a perda na qualidade do serviço prestado e a elevação do valor da tarifa.

Para os funcionários, o Sindimetrô/RS alerta à possibilidade de demissões injustificadas, achatamento salarial e aumento das terceirizações. Portanto, a privatização não interessa aos trabalhadores e aos usuários. Interessa somente aos empresários.

Agora é hora dos metroviários mostrarem sua força!

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Em Assembleia Geral realizada dia 5 de julho a categoria recusou a proposta da empresa de 8,28% de reajuste salarial e 9,28% nas demais cláusulas financeiras. Os funcionários querem no mínimo a reposição integral da inflação como reajuste: 9,28%.
Agora precisamos decidir os rumos do nosso movimento. O Sindicato acredita que somente uma forte mobilização pode fazer com que a direção da empresa atenda a nossa reivindicação. Portanto, a presença massiva dos colegas é fundamental na assembleia marcada para próximo dia 14.

AGORA É HORA DOS METROVIÁRIOS MOSTRAREM SUA FORÇA!

VAMOS JUNTOS ORGANIZAR UMA GRANDE ASSEMBLEIA E EXIGIR NOSSOS DIREITOS.

Sabemos da importância do nosso trabalho para a população usuária, por isso queremos respeito da direção da empresa e do Governo Federal.

ASSEMBLEIA GERAL DIA 14 DE JULHO, ÀS 15H30, NO AUDITÓRIO DO SINDIMETRÔ/RS

Categoria rejeita proposta e mostra disposição para seguir lutando por reajuste salarial digno

Os metroviários rejeitaram, em assembleia realizada na tarde desta terça-feira (05), a rebaixada proposta de reajuste salarial apresentada pela Trensurb. Outra assembleia para discutir e deliberar sobre a realização de uma greve foi marcada para o próximo dia 14, no auditório do sindicato. Para mobilizar a categoria, o Sindimetrô intensificará as visitas aos locais de trabalho nos próximos dias.

A rejeição da proposta patronal teve como parâmetro a não aceitação de um índice rebaixado de reajuste salarial, que sequer garante a reposição da inflação. A empresa insistiu na proposta de apenas 8,28% de reajuste salarial e 9,28% nas demais cláusulas financeiras. A categoria exige que o reajuste garanta ao menos o índice da inflação medida pelo IPCA (índice de Prelos ao Consumidor Ampliado), que é de 9,28%.

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