Nesta quarta, 11, estivemos nas estações Mercado, Rodoviária, São Pedro e Farrapos para levar informes para a categoria sobre a privatização, acordo coletivo de trabalho, dúvidas jurídicas e fiscalizar os locais de trabalho.
É inadmissível que mesmo com quase R$ 200 milhões de aporte federal para reconstruir a operação após as enchentes ainda haja tantos problemas não solucionados na Trensurb.
Por isso precisamos da tua mobilização para seguir pressionando tanto a direção da empresa quanto o governo federal para garantir um serviço essencial, público de qualidade que prestamos à população gaúcha.
A atividade Sindimetrô RS na Linha acontece todas as quartas em diferentes trechos.
Uma categoria bem informada e unida nos torna mais fortes!
Nesta sexta-feira, 13, estaremos no pátio da Trensurb para um Salchipão de Mobilização.
A atividade acontece das 11h às 15h. O futuro da Trensurb não está garantido e seguiremos na luta em defesa de um transporte de qualidade, público para a população gaúcha.
Te esperamos para trazer informes e pensar coletivamente em alternativas para garantir melhores condições de trabalho e defender a Trensurb pública.
Ontem, 05, ocorreu mais uma reunião de negociação do nosso acordo coletivo de trabalho. Ainda não tivemos avanços reais com relação à negociação das cláusulas econômicas. A empresa alega que ainda não há respostas da SEST, em Brasília. Convocamos também toda a categoria para no dia 13/06 se juntarem ao nosso Salchipão de Mobilização, a partir das 10h, no pátio da empresa.
O SINDIMETRÔ RS vem, por meio desta, manifestar seu veemente repúdio e esclarecer o que segue:
Causa estranheza e preocupação a atuação de um grupo de oposição, denominado Frente Metroviária, que tem agido de forma ilegítima, divisionista e sem qualquer respaldo legal ou representativo, tentando se passar por entidade representativa dos trabalhadores metroviários.
Esse grupo publicou uma postagem sobre uma reunião com a empresa, tratando de pautas que são de competência exclusiva deste sindicato. Alega ainda respaldo em um suposto “documento aprovado em assembleia”, o que não condiz com a verdade. Reafirmamos que todas as decisões aprovadas em assembleias legítimas, convocadas e realizadas de acordo com o estatuto do SINDIMETRÔ, são rigorosamente respeitadas. O que não se pode aceitar são tentativas de manipulação e falsos respaldos para ações que não representam a vontade da categoria.
O fato de a direção da empresa constar nas imagens da reunião com esse grupo sem legitimidade confere a essa ação um grave sinal de conivência institucional, que pode configurar prática antissindical. Alertamos a direção da TRENSURB: apoiar ou legitimar grupos paralelos sem respaldo legal pode configurar prática antissindical, passível de responsabilização jurídica.
Nas últimas horas, o SINDIMETRÔ recebeu dezenas de mensagens e ligações de metroviários e metroviárias indignados e se sentindo profundamente desrespeitados por essa tentativa de usurpação da sua representação. A base reagiu com firmeza, rejeitando mais essa manobra divisionista.
Reforçamos que qualquer tentativa de negociar direitos, benefícios ou condições de trabalho fora dos canais oficiais e legalmente constituídos representa não apenas um ataque ao sindicato, mas, sobretudo, à própria categoria.
O SINDIMETRÔ realizou recentemente seu 13º Congresso, reafirmando sua defesa intransigente da TRENSURB pública e estatal, além da mobilização permanente pela retirada da empresa do PND. As políticas e ações da entidade foram amplamente respaldadas pelos trabalhadores e trabalhadoras presentes.
Insatisfação ou divergência de posicionamento político não dá o direito a ninguém de atuar de forma ilegítima e ilegal. Isso caracteriza estelionato e falsidade ideológica. Seguiremos firmes, combativos e vigilantes na defesa dos direitos, da unidade e da dignidade dos trabalhadores metroviários.
Nenhuma representação paralela substituirá a legitimidade construída com luta e com a confiança da categoria.
Nesta quarta, 04, estivemos presentes no trecho entre as estações São Leopoldo e Novo Hamburgo para levar informes para a categoria sobre a privatização, o acordo coletivo de trabalho, plano de saúde e questões jurídicas.
Também verificamos as condições de trabalho, que estão precárias em diversas estações. Seguimos buscando formas de mobilização e manter a categoria bem informada e unida nos torna mais fortes.