Na manhã deste sábado, 5, a direção do Sindimetrô RS e os educadores da Rede Emancipa recepcionaram a nova turma do cursinho popular para o concurso da Trensurb e demais concursos públicos.
O Sindimetrô RS busca ampliar e organizar a luta do povo trabalhador para além da categoria metroviária. Enfrentamos desigualdades estruturais no acesso à educação no país. O objetivo do nosso cursinho é criar espaços para uma sociedade mais justa e viabilizar a permanência de indivíduos historicamente invisibilizados na sociedade, especialmente pessoas pobres, mulheres, negros(as), LGBTs nos órgãos públicos.
Amanhã, 05, retomamos as aulas do nosso cursinho popular para concursos no Sindimetrô RS. Nosso auditório foi afetado durante as enchentes de maio de 2024, e será finalmente reinaugurado após quase um ano inativado.
A Rede Emancipa é um Movimento Social de Educação Popular que luta pela democratização do acesso à Universidade e por uma educação de qualidade, crítica e gratuita. O projeto em parceria com o Sindimetrô RS é pioneiro como cursinho popular para concursos públicos.
Temos uma lista de interessados(as) de mais de 300 pessoas, e estamos trabalhando para oferecer mais uma turma para oferecer à comunidade! Fiquem ligados(as)!
As aulas ocorrem aos sábados, das 9h às 12h, de forma gratuita, ministradas por professores(as) da Rede Emancipa no auditório do Sindimetrô RS, no bairro Humaitá em Porto Alegre.
Lançamos um material em março para conscientizar acerca da violência contra a mulher. O termômetro de machismo, com exemplos e canais para denúncias.
As mulheres são minoria no quadro de funcionários, mas a maioria das usuárias na Trensurb. O enfrentamento ao assédio sexual e a todo tipo de violência é necessário para avançar na defesa de uma Trensurb pública, estatal e de qualidade, segura para trabalhadores e trabalhadoras.
Seguimos cobrando agilidade e seriedade da direção da Trensurb para enfrentar os casos de assédio. A demora nos processos de apuração interna em casos de assédio pode reforçar a impunidade diante de casos de violência. Somente a construção do protocolo contra o assédio não basta, e estamos vigilantes para que a ferramenta seja efetivamente implementada para mudar a cultura machista dentro da empresa.
Fique alerta aos sinais: representação machista na mídia, invisibilização do trabalho doméstico, linguagem sexista, “piadas” machistas, cultura do estupro, machismo estrutural demonstram atitudes machistas cotidianas, mas que contribuem para normalizar a violência contra a mulher.
Fique alerta aos sinais: representação machista na mídia, invisibilização do trabalho doméstico, linguagem sexista, “piadas” machistas, cultura do estupro, machismo estrutural demonstram atitudes machistas cotidianas, mas que contribuem para normalizar a violência contra a mulher.
Procure ajuda ao presenciar atos como chantagem, mentiras, humilhação, controle, culpabilização, manipulação, controle, proibições, tortura psicológica, ridicularização, toques físicos sem consentimento, isolamento ou abandono.
Casos mais graves como feminicídio, agressão física, quebra de bens pessoais, mutilação, insultos, gritos, ameaças, abusos, forçar sexo (estupro), socar a parede são o resultado grave de uma cultura de violência, que mata mulheres e também afeta negativamente a vida dos homens.
Não silencie! Basta de assédio e de violência contra a mulher!
A direção do Sindimetrô RS está fazendo os cálculos de divisão do plano de saúde.
Temos pressa para resolver essa questão e através da mobilização da categoria metroviária vamos em busca de uma solução justa para todos os(as) trabalhadores(as).
Há dez anos o sindicato vem denunciando a forma da cobrança do plano de saúde e seguimos na defesa dos nossos direitos!