Confira como foi a nossa ação no último final de semana da Expointer. Recepcionamos os visitantes com nosso material sobre a importância da Trensurb pública estatal e de qualidae. As privatizações são uma tragédia anunciada. Vendida como uma solução, as terceirizações, concessões ou privatizações são uma enorme perda para nós, trabalhadores(as) que utilizamos o transporte público.
Hoje, 16, o presidente Lula esteve presente no Rio Grande do Sul para cumprir agendas referentes às ações do governo no combate às enchentes.
Representantes dos sindicatos da área da saúde (Sindisaúde e ASERGHC), dos Correios (Sintect RS) estiveram juntamente da diretoria do Sindimetrô RS para cobrar medidas do governo contra os ataques aos direitos do povo. Durante o ato, os trabalhadores denunciaram o avanço que vem ocorrendo dentro do governo Lula. Somos contra as privatizações, as terceirizações, a falta de concursos públicos e a precarização das condições de trabalho.
Palavras não bastam! Foi entregue uma carta à assessoria do presidente pedindo a retirada da Trensurb do PND e o fim do Plano Nacional de Privatizações. O governo é dos trabalhadores e o povo depende e tem direito a um serviço público de qualidade! Diga não às privatizações!
Na quinta, 8, o Sindimetrô RS esteve em reunião com a diretoria da Trensurb juntamente da Deputada Estadual Luciana Genro. O encontro foi um dos encaminhamentos do lançamento da Frente Parlamentar em defesa da Trensurb pública em 11 de julho, liderada pela parlamentar Luciana Genro na Assembleia Legislativa.
Luciana questionou a direção sobre a privatização, as condições de trabalho e os rumores a respeito de possíveis PPP’s (parceria público privadas) para a reconstrução das estações de Porto Alegre.
O presidente da Trensurb direção da empresa, Ernani Fagundes, se posicionou contra a privatização e negou que as terceirizações seriam a forma de reconstrução da empresa. Relatou diversas dificuldades e a falta de compromisso com o prefeito Melo para a reucperação das casas de bombas. Também relatou que a empresa já adquiriu equipamentos para a substituição de disjuntores. Segundo a empresa, os prazos seguem para a retomada da operação em Porto Alegre.
O sindicato vem denunciando as condições de trabalho e a insatisfação de toda a categoria metroviária com a gestão atual. Durante a reunião, foram ainda relatadas as situações do setor de manutenção noturna, de segurança, das estações e demais setores. Também foram expostas as preocupações com os casos crescentes de assédio que vem ocorrendo dentro da empresa.
O Sindimetrô também entregou um manifesto à direção da empresa com um série de reivindicações como participação democrática na reconstrução da empresa, melhora das condições de trabalho dos metroviários e da comunicação. Não existe Trensurb sem os(as) metroviários(as). Seguiremos cobrando transparência no processo de reconstrução e que a comunicação com os metroviários, para que os trabalhadores e trabalhadoras possam auxiliar na retomada da operação.
No dia 7, uma comissão do setor da segurança se reuniu com a assessoria jurídica do Sindimetrô RS. O encontro foi para escutar as demandas da COMSEGUR para esclarecer dúvidas e questões pertinentes ao setor.
O corpo da segurança metroviária realiza diariamente o trabalho de coibir furtos ao longo da via, realizando rondas preventivas e executando apreensões constantes de meliantes e materiais alvos da bandidagem.
Infelizmente, a categoria metroviária tem sofrido com o descaso e desrespeito por parte da diretoria da empresa. O Sindimetrô RS está atento às demandas dos setores e está mobilizado para buscar alternativas para a reconstrução da empresa com a garantia das condições de trabalho.