NOTA DE REPÚDIO À ESTADUALIZAÇÃO E CONCESSÃO DA CBTU PERNAMBUCO

NOTA DE REPÚDIO À ESTADUALIZAÇÃO E CONCESSÃO DA CBTU PERNAMBUCO

Na noite de ontem, 16 de dezembro, o governo federal anunciou a concessão da CBTU-PE. Na reunião, firmaram o contrato o presidente Lula, a governadora pernambucana Raquel Lyra, parlamentares da bancada pernambucana e o ministro da Casa Civil, Rui Costa no Palácio do Planalto.

O anúncio da estadualização, seguida de concessão da CBTU de Pernambuco representa um ataque direto ao transporte público e à categoria metroferroviária.

Trata-se de uma medida tomada por um governo que se elegeu prometendo o fim do ciclo de privatizações no Brasil, mas que, na prática, mantém os metrôs no Plano Nacional de Desestatização (PND) e aprofunda o desmonte sistemático de serviços públicos essenciais para a população. Longe de resolver os problemas do sistema, a concessão agrava os problemas estruturais e submete o transporte público à lógica do lucro.

A experiência das privatizações e concessões no setor metroferroviário pelo país é conhecida: piora da qualidade do serviço, aumento das tarifas, ampliação dos subsídios públicos para garantir o lucro privado e precarização das condições de trabalho, com redução de efetivo e intensificação da exploração. Mesmo diante desses resultados, o governo insiste nesse modelo, repetindo a política do governo Bolsonaro, que privatizou a CBTU de Minas Gerais, e agora anunciando, no final do ano, a entrega da CBTU de Pernambuco.

O Sindicato dos Metroviários do Rio Grande do Sul repudia este ataque à categoria metroferroviária brasileira e denuncia que o governo Lula, ao governar aliado ao Centrão e a setores da direita, não governa para os trabalhadores, mas para atender aos interesses do grande empresariado, do sistema financeiro e da elite econômica do país. Trata-se de uma traição à categoria metroferroviária e às promessas de campanha de encerrar as privatizações.

Não aceitaremos a entrega da Trensurb e da CBTU de Pernambuco sem luta. Estaremos na linha de frente da mobilização e enfrentaremos qualquer governo que ataque os trabalhadores e a categoria metroferroviária brasileira.

Seguiremos lutando pelos direitos da classe trabalhadora e de um transporte público estatal e de qualidade!

Plantões Jurídicos SindimetrôRS – Recessos

Plantões Jurídicos SindimetrôRS – Recessos

Atenção, metroviários(as):

Os plantões de assessoria com advogados no Sindimetrô RS irão entrar em recesso nos atendimentos presenciais. Nesta semana acontecem os últimos plantões presenciais do ano.

Mesmo com o recesso, os processos continuam e você pode entrar em contato de forma remota. Confira os horários de plantões semanais do ano de 2025 e a data de retorno para o ano que vem:

ANA RITA – PRO-JUST Advogados – TERÇA das 10h às 12h
Último atendimento: 16/12/2025
Volta a atender: 20/01/2026

JEVERTON – Young, Dias, Lauxen & Lima Advogados – QUARTA das 13h30 às 15h
Último atendimento: 17/12/2025
Volta a atender: 21/01/2026

FILIPE E DANIEL- Britto & Lemmertz Advogados – QUINTA – das 13h30 às 15h30
Último atendimento: 18/12/2025
Volta a atender: 29/01/2026

BRUNO – Razão e Consciência (criminalista) – SEXTA das 14h às 15h
Último atendimento: 19/12/2025
Volta a atender: 23/01/2026

Para dúvidas, entre em contato com o Sindimetrô RS

Sobre a falta de água na Estação Mercado

Sobre a falta de água na Estação Mercado

Os metroviários e metroviárias, além da população que utiliza o trem todos os dias, merecem condições dignas para o trabalho e o transporte.

A estação Mercado, a maior da Trensurb, vinha sofrendo constantemente com falta de água, principalmente nos banheiros, fazendo com que as condições sanitárias para os trabalhadores e a população se tornassem insustentáveis.

O acesso à água é algo básico e fundamental para a qualidade de vida, e isso não estava sendo garantido pela direção da empresa.

Diante dessa situação inaceitável, o SindimetrôRS atuou cobrando a empresa, por meio de dois ofícios, exigindo providências imediatas.

Na última sexta-feira, após essas cobranças, foram instaladas caixas d’água na estação, o que deve solucionar o problema de abastecimento.

A Trensurb recebeu quase 300 milhões de reais para sua reconstrução e ainda há muito a ser feito. Precisamos de mais agilidade e respeito com a categoria metroviária e os usuários.

O SindimetrôRS seguirá fiscalizando e cobrando da empresa soluções definitivas com transparência, para garantir condições dignas de trabalho aos metroviários e metroviárias e um serviço de qualidade para a população.

EDITAL DE CONVOCAÇÃO DO CONSELHO DIRETIVO PARA 18/12/2025

EDITAL DE CONVOCAÇÃO

REUNIÃO DO CONSELHO DIRETIVO DO SINDIMETRÔ/RS
O presidente do Sindimetrô/RS, conforme disposições estatutárias, convoca REUNIÃO DO CONSELHO DIRETIVO da entidade, a ser realizada no dia 18 de dezembro de 2025, às 9:30h, na Sede do Sindicato, situada na R. Monsenhor Felipe Diehl, número 48, com a seguinte pauta:

  • 1. Privatização;
  • 2. Relato Brasília;
  • 3. Complementação;
  • 4. PEC da segurança.

Luís Henrique Chagas
Presidente

Porto Alegre,12 de dezembro de 2025.

NESTE DOMINGO, TODOS E TODAS ÀS RUAS! SEM ANISTIA PARA GOLPISTAS!

NESTE DOMINGO, TODOS E TODAS ÀS RUAS! SEM ANISTIA PARA GOLPISTAS!

Todos e todas nas ruas neste domingo, 14 de dezembro para dar o recado: sem anistia para golpistas”. Atos em todo o país estão convocados por centrais sindicais, movimentos sociais e organizações do campo progressista e democrático que não estão dispostas a engolir mais um golpe institucionalizado. A mensagem é única: o povo brasileiro não irá se calar diante de quem tenta reescrever a história para absolver golpistas.

Em Porto Alegre, o ato Povo nas Ruas – Sem Anistia, Sem Dosimetria e Nenhuma a Menos ocupará o Parque Farroupilha (Arcos da Redenção) às 14h. Precisamos ir para as ruas para deixar o recado para o pior congresso da história do Brasil!

A mobilização nacional é uma resposta direta e indignada à aprovação da chamada “Lei da Dosimetria” na Câmara dos Deputados — um texto empurrado na calada da madrugada de 10 de dezembro, que escancara a tentativa de blindar os responsáveis pelos ataques golpistas de 8 de janeiro de 2023.

Para os movimentos populares, essa lei é um ataque à democracia, um projeto feito sob medida para beneficiar o ex-presidente Jair Bolsonaro e generais já julgados pelo STF. A população organizada deixa seu recado: não passarão por cima da democracia sem enfrentar resistência!

Congresso inimigo do povo! Sem anistia pra golpistas!