Mesmo depois do governo prometer e do ministro das cidades Jader Barbalho, assinar uma minuta pedindo ao ministro da casa civil Rui Costa, que retire a trensurb do PND, ainda não se sabe qual o destino da Trensurb.

Além disso, o presidente da Trensurb em entrevista declarou para a imprensa que a privatização da Trensurb ainda é uma possibilidade. Mas depois em reunião com o sindicato voltou atrás dizendo que teve sua fala mal interpretada.

Muitas promessas foram feitas. No entanto, os estudos de concessão junto ao BNDES foram renovados e seguem.
Visitas técnicas nas estações e reuniões sigilosas acontecem nos interiores da empresa e NINGUÉM sabe qual o teor dessas reuniões.

É no meio desse “mar”de insegurança que os mais de mil funcionários vêem seus futuros ameaçados pelas peripécias de um governo sem transparência. A categoria está indignada com o andamento dos estudos de concessão e com a falta de informações da empresa sobre o processo. Nossos gestores parecem não se importar com o futuro da categoria. Lembrem-se: Quando o barco afundar vamos todos nos afogar!

Mas juntos somos fortes e a categoria metroviária vai lutar. E dia 5 de março nosso sindicato vai para Brasília com a força de cada metroviário a fim de pressionar o governo que cumpra com sua palavra.

Precisamos de união e mobilização até garantir efetivamente o futuro da Trensurb estatal, pública, de qualidade! A tarefa agora é aumentar a pressão na Casa Civil para acatar a recomendação do ministério das cidades.