Veja os deputados gaúchos que votaram a favor da Reforma da Previdência no primeiro turno, retirando o nosso direito à aposentadoria
A aprovação ainda depende de uma segunda votação na Câmara e de dois turnos no Senado. A ideia do governo Bolsonaro é finalizar essas votações no decorrer de agosto. O quadro, portanto, ainda pode ser revertido. Mas precisa de mobilização e muita pressão!
Essa reforma representa o mais duro ataque aos trabalhadores brasileiros. Haverá a exigência de idade mínima (65 anos para homens e 62 anos para mulheres), aumento no tempo de contribuição (40 anos) e redução no valor dos benefícios. Portanto, a reforma aumenta o tempo de trabalho e reduz o valor da aposentadoria. A aposentadoria ficará praticamente impossível para a maioria da população.
Confira o nome e partido dos traidores do povo eleitos pelos gaúchos. Pressão neles!
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– 82,16% de todos os cortes de benefícios recairão sobre o regime geral e o abono salarial;
– No regime geral, o valor médio dos benefícios é de R$ 1.283,00;
– No abono salarial, o corte se concentra entre trabalhadores com renda entre R$ 1.364,43 e R$ 1.996,00 (dois salários mínimos);
– 84% dos beneficiários do regime geral ganham até dois salários mínimos, apenas 3% recebem acima de quatro salários mínimos.
Essa reforma não acaba com os privilégios, é um ataque ao povo mais pobre!
A audiência “Vítimas da violência na greve geral – visibilidade às ocorrências e garantia dos direitos humanos de cidadãos e policiais”, realizada na manhã desta quarta-feira, 10, na Assembleia Legislativa, contou com a participação de dirigentes sindicais e ativistas.
Além de relatar atos de violação do direito de manifestação verificados na greve geral do dia 14 de junho na Grande Porto Alegre, o encontro também debateu a situação dos seis metroviários sumariamente afastados pela Trensurb. “Nesse caso, a empresa atuou como juíz, condenando e punindo, sem dar direito a ampla defesa aos colegas”, relatou o presidente do Sindimetrô/RS Luís Henrique Chagas.
A reunião, organizada pela Comissão de Cidadania e Direitos Humanos, teve como encaminhamento a elaboração de um dossiê que será levado ao Ministério Público Federal, Ministério Público Estadual, Corregedoria de Polícia e ao governador. Também será enviado um documento à direção da Trensurb cobrando um posicionamento da empresa com relação à suspensão do contrato de trabalho de seis metroviários sem a abertura de processo interno para a apuração dos fatos.
Além do presidente Chagas, os dirigentes do Sindimetrô/RS Henrique Frozza, Ayllu Acosta, Clovis Nei Pinheiro e Lourdes Noêmia Jung também participaram da audiência pública.
Foi assinado na manhã desta segunda-feira, 08, na sede do Tribunal Regional do Trabalho (TRT), o Acordo Coletivo de Trabalho (ACT), que terá validade de dois anos e a manutenção das cláusulas sociais.
O ACT prevê um aumento nos vencimentos da categoria de 50% do INPC em 2019/2020, sobre os salários praticados em maio deste ano, e o mesmo índice em 2020/2021.
O presidente do Sindimetrô/RS, Luis Henrique Chagas, frisou, logo após o ato de assinatura, a importância de o acordo ser firmado por dois anos com a garantia das cláusulas sociais historicamente conquistadas.
É importante destacar que a renovação se deu numa conjuntura adversa para os trabalhadores e as trabalhadoras, em que o governo federal age para inviabilizar a nossa aposentadoria e ameaça a categoria com a privatização da Trensurb.
Diferente de anos anteriores, o acordo foi negociado desde o princípio de forma unitária pelos sindicatos com representação na base metroviária, demonstrando a unidade necessária na luta pelos nossos direitos.
O projeto de reforma da Previdência foi aprovado pela comissão especial da Câmara dos Deputados e agora pode ir a Plenário.
A aprovação na comissão se deu com votos de quatro deputados da bancada gaúcha. São eles: Daniel Trzeciak (PSDB), Darcísio Perondi (MDB), Giovani Cherini (PL) e Marcelo Moraes (PTB).
Esses deputados votaram contra os interesses dos trabalhadores e trabalhadoras, portanto, não honraram os votos que receberam.
APOSENTADORIA | A proposta de reforma da Previdência apresentada pelo governo de Jair Bolsonaro (PSL) é um ataque brutal contra os trabalhadores e trabalhadoras.
A reforma não combate privilégios e dificulta, ainda mais, o acesso da classe trabalhadora à aposentadoria, reduzindo drasticamente o valor do benefício previdenciário.
A maioria dos trabalhadores e das trabalhadoras não conseguirá se aposentar, morrendo antes de acessar a aposentadoria.