Fala do metroviário e diretor do Sindimetrô/RS, Henrique Frozza, na plenária de organização da Greve Geral do dia 14 de junho. Atividade organizada pelas centrais sindicais e realizada na manhã desta quarta-feira, 29, no Sindicato dos Bancários de Porto Alegre e Região (SindBancários).
É preciso fortalecer a luta contra a reforma da Previdência, a privatização da Trensurb e toda forma de retirada de direitos. Por isso, a categoria aprovou, em assembleia, a adesão à greve geral do dia 14 de junho.
A derrota dos projetos do governo passa pela unidade dos trabalhadores e trabalhadoras e pela pressão nas ruas!
Reunidos em Assembleia Geral, no início da tarde desta quinta-feira, 16, os metroviários e as metroviárias decidiram entrar em estado de greve. A decisão foi tomada após a empresa não avançar nas negociações do Acordo Coletivo de Trabalho 2019/2020 e solicitar a mediação do Tribunal Regional do Trabalho (TRT). O Sindimetrô/RS levará para o TRT a proposta de renovação do ACT por dois anos e a correção dos salários de acordo com a inflação. A primeira audiência será realizada na manhã desta sexta-feira, 17.
A categoria também aprovou a adesão à Greve Geral convocada pelas centrais sindicais para o dia 14 de junho. “A retirada de direitos, a reforma da Previdência e a privatização da Trensurb fazem parte do pacote de maldades do governo Bolsonaro, que, sabemos, não governa para os trabalhadores e trabalhadoras”, destacou o presidente do Sindimetrô/RS, Luis Henrique Chagas. Para o sindicalista, somente será possível derrotar todo esse projeto ocupando as ruas no dia 14 de junho.
Junto na luta contra a reforma da Previdência e o desmonte da educação pública, o Sindimetrô/RS apoia a Greve Nacional da Educação, marcada para próximo dia 15. Os metroviários e metroviárias estarão nas ruas apoiando a mobilização dos educadores e educadoras, rumo à greve geral.