O Sindimetrô/RS deu continuidade, na tarde desta quinta-feira, 09, ao debate com a categoria sobre a reforma da Previdência. No refeitório da Trensurb, o tema foi discutido com colegas do prédio administrativo e de outros setores da empresa. Para falar sobre o assunto, foram convidados os advogados Jeverton Alex de Oliveira Lima, Daniel Lemmertz e a advogada Josiane Silva dos Santos.
“A reforma, como foi apresentada, tem um viés de desconstrução do sistema de previdência bem maior que os anteriores. O processo visa desregulamentar o sistema previdenciário e coloca-la no âmbito do mercado, exatamente ao contrário do que aconteceu anos 30, quando foram criadas a CLT e a Previdência Social”, destacou Jeverton.
Segundo o presidente do sindicato, Luis Henrique Chagas, a única forma de barrar a reforma pretendida pelo governo Bolsonaro é com o povo ocupando as ruas. Neste sentido, o sindicalista reforçou a importância de a categoria apoiar a Greve Nacional da Educação, no próximo dia 15, e participar da Greve Geral convocada pelas centrais sindicais para o dia 14 de junho.
A intenção do governo Bolsonaro de entregar a Trensurb para a exploração da iniciativa privada não conta com o respaldo dos metroviários. O Sindimetrô/RS alerta que metrô privado é sinônimo de preço ainda mais alto e queda na qualidade. Para o setor privado, o lucro está acima dos interesses da população e dos trabalhadores.
O acesso ao transporte público, com a prestação de um serviço de qualidade e com preços acessíveis, é um direito assegurado ao cidadão pela Constituição Federal, juntamente com educação, saúde e segurança.
Neste sentido, o Sindimetrô/RS não medirá esforços para lutar contra a privatização da Trensurb, criada em 17 de abril de 1980 e colocada em operação em março de 1985. Uma empresa que, apesar da falta de funcionários e dos prejuízos causados pelas terceirizações, presta um serviço essencial à população da região metropolitana de Porto Alegre.
O sindicato chama a categoria e os usuários a se unirem entorno da luta contra a privatização da Trensurb! Diga não aos constantes e abusivos aumentos da tarifa! A Trensurb é do povo!
Contrário à reforma da Previdência, o Sindimetrô/RS promove, nesta quinta-feira, 09, um debate sobre o tema. De autoria do governo Bolsonaro, o projeto tramita no Congresso Nacional. A atividade será no refeitório da Trensurb, a partir das 15h.
Para debater o assunto com a categoria, foram convidados os advogados Jeverton Alex de Oliveira Lima e Daniel Lemmertz e a advogada Josiane Silva dos Santos.
Reunidos em assembleia, na tarde desta quarta-feira, 08, os(as) metroviários(as) recusaram as duas propostas salariais feitas pela Trensurb e decidiram apresentar uma contraproposta. Foram rejeitadas as propostas de 0% de reajuste salarial e renovação das demais cláusulas, e a de 20% do INPC com alterações em algumas cláusulas sociais.
Como contraproposta, a categoria decidiu abrir a discussão com a direção da empresa sobre duas cláusulas sociais: a que prevê garantia da estabilidade para os(as) cipeiros(as) e a que assegura a estabilidade para empregados(as) afastados(as) por acidentes de trabalho/doença profissional. Para negociar estas cláusulas, a categoria exige a correção de 100% do índice da inflação nos salários; um abono em virtude dos congelamentos do tíquete, cesta básica e auxílio creche; e o fechamento do acordo por dois anos.
Nova reunião de negociação está marcada para quarta-feira, 15, e uma nova assembleia da categoria será convocada para a próxima quinta-feira, 16.
Os(as) metroviários(as) se reúnem em assembleia geral na próxima quarta-feira, dia 08, às 12h30min, no saguão do prédio administrativo da Trensurb, para apreciar a proposta da empresa para o Acordo Coletivo de Trabalho 2019/2020. No dia, a categoria também discutirá formas de mobilização e assuntos gerais.