Acordo Coletivo: sindicato prorroga acordo e aguarda primeira reunião de negociação

O Sindimetrô/RS prorrogou o Acordo Coletivo junto à direção da Trensurb. Aguarda manifestação da empresa com relação à primeira reunião de negociação, que, espera-se, ocorra em breve.

É importante que a categoria saiba que nenhum setor realiza negociações em separado. Portanto, qualquer manifestação neste sentido junto aos colegas não passa de boato.

Funcionários da Audac não recebem salários

Funcionários da Audac não recebem salários

Funcionários da Audac, em Canoas, alegam que não estão recebendo salários e os vales alimentação e transporte. A empresa teve o seu contrato de prestação de serviços rescindido pela Caixa Econômica Federal no mês passado.

Com o fim do contrato, cerca de 600 funcionários foram demitidos. Em torno de 40 operadores permaneceram na unidade canoense da empresa.

A CEF aguarda a comprovação do recolhimento do FGTS dos funcionários da Audac, que se encontram irregulares desde dezembro do ano passado. A instituição financeira esclarece que regularizará os pagamentos assim que essa obrigação trabalhista estiver sanada.

Eis aí a tão comentada TERCEIRIZAÇÃO!!!!

Fonte: Diário de Canoas
Opção ao fator previdenciário beneficia trabalhadores

Opção ao fator previdenciário beneficia trabalhadores

A Câmara dos Deputados aprovou, na quarta-feira, 13, projeto alternativo ao famigerado fator previdenciário, que reduz o valor da aposentadoria do trabalhador. Contra a vontade do governo Dilma, foi aprovada a fórmula 85/95. O projeto agora será submetido à apreciação do Senado.

De acordo com a fórmula 85/95, a mulher precisa somar 85 anos, sendo necessária a contribuição mínima de 30 anos. No caso do homem, a soma tem de chegar a 95 e o tempo mínimo de contribuição é de 35 anos.

Neste caso, um homem com 55 anos de idade e 35 anos de contribuição soma 90. Precisa, portanto, trabalhar mais 2,5 anos para se aposentar, pois aos 2,5 anos trabalhados somam-se mais 2,5 de idade, o que resulta nos cinco anos necessários para alcançar 95.

Tratado pela imprensa como uma derrota do governo, o que não deixa de ser verdade, o projeto representa uma importante vitória para os trabalhadores, que pelo fator previdenciário poderiam ter seus vencimentos reduzidos em até 40% quando da aposentadoria.

Corte de recursos ameaça qualidade do serviço prestado pela Trensurb

Corte de recursos ameaça qualidade do serviço prestado pela Trensurb

 

O Sindimetrô-RS tem constantemente chamado à atenção dos colegas metroviários e dos usuários do trem metropolitano sobre as precárias condições de trabalho e a perda de qualidade no serviço prestado ao longo da via.

O corte de recursos praticado pelo governo federal representa uma grave ameaça à segurança dos trabalhadores e dos usuários do trem. Segundo documento emitido pela empresa, à redução, em comparação com o ano passado, chegou a 37,5%. O montante caiu de R$ 8 mi para R$ 5 mi.

De acordo com a empresa, os R$ 5 mi são divididos em 12 parcelas, sendo os valores mensais insuficientes, o que provoca quebras no estoque. Estão comprometidos itens que garantem a segurança dos funcionários e dos usuários estão no limite. Nos próximos dias, a empresa deve rever as previsões de consumo nas diversas áreas da manutenção.

Sem propostas concretas, professores do PR e SP mantêm greves

Sem propostas concretas, professores do PR e SP mantêm greves

Professores das redes estaduais do Paraná e de São Paulo decidiram manter as greves das categorias. No caso paranaense, servidores de outras categorias também estão em greve contra a reforma da previdência.

No Paraná, mesmo após a violenta repressão da Polícia Militar, que deixou cerca de 200 manifestantes feridos, o governo do Estado não apresentou nenhuma proposta concreta. A medida levou a categoria a votar pela continuidade da greve que tem como eixos centrais a data-base e a defesa da previdência.

Os educadores entende que ainda é possível anular a seção da Assembleia Legislativa do dia 29 de abril que aprovou a reforma, mesmo com o massacre cometido pela PM contra manifestantes no lado externo da casa legislativa.

No Estado de São Paulo também é a falta de uma política salarial que mantém os professores em greve. A manutenção da paralisação foi decidida em Assembleia realizada no último dia 8. A categoria volta a se reunir em Assembleia na quinta-feira, dia 14.