Ontem, 18, ocorreu um ato na estação Canoas. Além da presença do Sindimetrô RS, também compareceram a deputada estadual Luciana Genro (PSOL), Isabella Luzardo, representando a Dep. Estadual Bruna Rodrigues (PCdoB) e de militantes da região metropolitana, Cebola de Oxalá (PSOL), Matheus Vicente, (PSOL), Marcos Mattge (PSOL)
Durante o ato, usuários(as) foram alertados(as) sobre os riscos que a privatização da Trensurb, como aumento da tarifa, precarização do serviço como falta de trens e acidentes graves. Elisabete Ramos Lima, que é comerciante, usuária do trem, moradora de Canoas e cadeirante, denunciou a situação precária da acessibilidade das estações da Trensurb.
As escadas rolantes e elevadores já são serviços terceirizados dentro da empresa, e apresentam falhas constantes e falta de manutenção. Este é o serviço privado, que precariza a vida das pessoas e coloca o lucro acima de tudo. A manutenção e a limpeza também são setores hoje terceirizados. É urgente que haja a reversão das terceirizações desses setores, que interferem diretamente na qualidade do serviço da Trensurb.
A Trensurb presta um serviço essencial e eficiente para a região metropolitana, e defendemos mais investimentos, expansão sem precarização e tarifa zero!
Na próxima segunda, 18, estaremos a partir das 17h na Estação Canoas para um ato contra a privatização da Trensurb
Seguimos em mobilização em defesa da Trensurb pública e precisamos de todo apoio nesta luta batalha. O Sindimetrô RS vem lutando incansavelmente para a retirada da estatal do Plano Nacional de Desestatizações. Resistimos desde 2019, quando o ex-presidente Bolsonaro colocou em prática uma liquidação dos serviços e dos direitos públicos.
Exigimos o compromisso de Lula, que prometeu em campanha eleitoral que a era das privatizações no país acabariam. Vamos lutar até que o futuro da Trensurb pública, estatal e de qualidade esteja garantido. Responsável pelo processo, o Ministro da Casa Civil, Rui Costa, garantiu a retirada da Trensurb, mas os estudos de concessão continuam. Seguiremos cobrando ações concretas e imediatas para não só extinguir com o PND quanto para reverter as terceirizações.
O transporte coletivo sobre trilhos oferece uma saída eficiente e de baixo custo em comparação a qualquer outro modal. Os exemplos do serviço privado são péssimos e quem perde é o povo trabalhador. Sabemos que a concessão significa o aumento da tarifa e a piora do serviço essencial à população gaúcha.
Defendemos a unidade e parcerias para defender uma empresa 100% pública, democrática e com tarifa zero. Seguiremos cobrando ações concretas e imediatas para não só extinguir com o PND quanto para reverter as terceirizações. O transporte é direito, não mercadoria!
Nesta terça-feira, 12, o Conselho Fiscal se reuniu na sede do Sindimetrô RS para analisar as contas de julho a setembro de 2023 do sindicato. O Conselho deu parecer favorável à aprovação das contas.
O equilíbrio das finanças do Sindimetrô RS é um compromisso desta gestão. Todos os balancetes estão disponíveis no nossos site, na sessão de transparência.
Em 2019, o governo Bolsonaro incluiu a Trensurb no PND. Estamos lutando desde lá para reverter a situação! Nós do Sindimetrô RS defendemos a expansão para atender cada vez mais municípios, mas alertamos: a expansão não pode ser moeda de troca para garantir o lucro do empresário!
LULA, CADÊ TEU COMPROMISSO COM O POVO TRABALHADOR? Lula anunciou o fim das privatizações no Brasil em sua campanha eleitoral. Em maio, o ministro da Casa Civil, Rui Costa, anunciou a saída da Trensurb do PND (Plano Nacional de Desestatização). No entanto, a Trensurb e outras empresas estatais seguem na mira da venda.
POR TARIFA ZERO! A tarifa zero já é realidade em cada vez mais cidades no país. A alternativa é efetiva, econômica e segura, além de contribuir para a redução da poluição e uma solução para os engarrafamentos.