20 de abril: Dia de Luta dos Metroviários

20 de abril: Dia de Luta dos Metroviários

Nesta terça-feira, os metroviários seguem mobilizados pela vacinação de todos os trabalhadores que não podem permanecer em casa.

As operações dos trens funcionarão a partir das 7 horas da manhã. A paralisação é parte da campanha Proteja o Trem Público, do Sindimetrô RS.

Proteja a vida!

O TREM VAI PARAR NESTA TERÇA-FEIRA POR DUAS HORAS

O TREM VAI PARAR NESTA TERÇA-FEIRA POR DUAS HORAS


A mobilização convocada pela Federação dos metroferroviários, é nesta terça-feira, 20. Em Porto Alegre, o Dia Nacional de Luta terá uma paralisação dos trens por duas horas. Todas as estações estarão fechadas das 5 horas às 7 horas.

O protesto alerta para a importância da imunização dos trabalhadores do transporte coletivo de massa. O Sindimetrô/RS defende que, além dos metroferroviários e dos rodoviários, todas as pessoas que precisam se deslocar até o trabalho, sejam vacinadas agora.

De acordo com a entidade, a incompetência do governo Bolsonaro não foi só para adquirir as vacinas. Também faltou oxigênio e agora faltam remédios para intubar os pacientes. O governador Leite nunca falou nos riscos que os usuários e metroviários correm. São transportadas mais de 80 mil pessoas por dia, mesmo durante a pandemia. Mas nenhuma autoridade apresentou alguma estratégia para conter o vírus no metrô. Depois dos hospitais, o transporte coletivo é o ambiente com maior risco de contaminação, segundo a OMS.

“Não se trata de querer ser prioridade ou furar a fila. A realidade é que no transporte de massa os trabalhadores estão mais expostos ao coronavírus”, explica Luís Henrique Chagas, presidente do Sindicato dos Metroviários do Rio Grande do Sul.

Em março os dirigentes sindicais propuseram à direção da Trensurb, que negociasse com o governo estadual a antecipação da vacinação dos metroviários. Até o presente momento a empresa não respondeu. O Sindimetrô/RS também protocolou solicitação no mesmo sentido, junto à prefeitura de Porto Alegre. O município respondeu que era para aguardar a divulgação das datas de vacinação, referindo-se ao calendário já estabelecido.

A categoria já perdeu quatro colegas, outros 080 estão afastados por covid, ou por contato com alguém infectado. Desde o início da pandemia quase 200 metroviários foram contaminados.

Governo de SP recua e anuncia a imunização dos metroferroviários

Os metroferroviários de São Paulo, que atuam na linha de frente da operação, serão vacinados contra covid-19 a partir de 11 de maio. O anúncio do governo do estado ocorreu na tarde desse sábado, 17, após as entidades sindicais decretarem “greve sanitária” para terça-feira, 20.

Serão vacinados todos os operadores de trens, independentemente da idade, seguranças, bilheteiros, técnicos de manutenção e trabalhadores da limpeza acima de 47 anos, que lidam diretamente com o público.

INFORMATIVO DO SINDIMETRÔ #154

INFORMATIVO DO SINDIMETRÔ #154

– Lançamento da campanha pelo Acordo Coletivo 2021;
– Sindmetrô apresenta Calendário de Lutas;
– Homenagens aos colegas falecidos e o dia de paralisação;
– Um resumo da tragédia brasileira provocada por Bolsonaro.

Leia Online clicando AQUI.

Boa leitura!

SINDIMETRÔ PARTICIPA DE PLENÁRIA ESTADUAL CONTRA AS PRIVATIZAÇÕES

SINDIMETRÔ PARTICIPA DE PLENÁRIA ESTADUAL CONTRA AS PRIVATIZAÇÕES

Nesta quarta-feira, dia 14, o Sindimetrô participou de uma plenária online com sindicatos, centrais sindicais, entidades representativas e movimentos populares para a construção de um calendário de lutas unificado para barrar as sanhas privatistas de Melo, Leite e Bolsonaro.

Participaram mais de 60 pessoas das mais variadas categorias de trabalhadores e correntes políticas, mas todos com uma pauta em comum: a manutenção dos serviços públicos nas mãos do povo. O debate de como criar um movimento de resistência às forças que querem destruir o patrimônio público se dará através de uma comissão organizativa a ser formada pelo grupo nos próximos dias.

Além dos metroviários, participaram da organização também os trabalhadores dos Rodoviários, Correios, da Educação, do Processamento de Dados, Previdenciários e Bancários numa ação que busca unificar e fortalecer a luta contra as privatizações da Carris, Corsan, Procergs, Procempa, Correios, Trensurb, Petrobras, entre outras empresas públicas que estão na mira dos governos.

“A situação nos preocupa e muito, pois enquanto ficamos em quarentena, imobilizados pela pandemia, os processos de privatização das empresas seguem normalmente.” ressaltou em sua fala o presidente do Sindimetrô, Luís Henrique Chagas.

 

ASSEMBLEIA VOTA PAUTAS DO ACORDO COLETIVO E APROVA CALENDÁRIO DE LUTAS

ASSEMBLEIA VOTA PAUTAS DO ACORDO COLETIVO E APROVA CALENDÁRIO DE LUTAS

Mesmo em meio ao caos sanitário vivido pelo Brasil, o Sindimetrô reuniu na manhã desta sexta (09) o seu conselho diretivo para tratar de suas pendências internas. Respeitando todos os protocolos, num momento em que o país perde diariamente mais de 4.000 brasileiros diante de um governo inerte, os diretores e representantes sindicais debateram os assuntos da pauta do dia e prepararam as assembleias que teriam a seguir.

Às 12:30 iniciou a primeira assembleia com a aprovação das pautas encaminhadas pela base para o Acordo Coletivo de Trabalho 2021. A pauta colocada em votação foi aprovada por unanimidade. E ainda foi criada uma comissão de negociação formada por colegas de vários setores.

Pouco depois das 13 horas, começou a segunda assembleia. Os metroviários presentes aprovaram a prorrogação do atual mandato em até 180 dias, formando uma comissão eleitoral para dirigir o pleito que será realizado assim que os decretos estadual e municipais autorizarem.

Ao final, foi aprovado um calendário de lutas que vai abrir a campanha salarial 2021, com uma carreata no dia 16, em homenagem aos metroviários perdidos para a covid-19 e, no dia 20, uma paralisação em toda a categoria com o atraso em duas horas no início da operação da Trensurb, alertando a sociedade e as autoridades para a importância da vacinação dos metroviários.

“Sempre defendemos vacina para todos e todas, mas no ritmo que o governo Bolsonaro está vacinando a população, perderemos muitos colegas ainda para este vírus. Por isso achamos importante uma revisão nas prioridades do plano de imunização dos municípios da região metropolitana.”, falou o presidente Luis Henrique Chagas.