PROCESSO UNIMED (1999-2009)

PROCESSO UNIMED (1999-2009)

Você conhece algum desses metroviários? Ajude o sindicato a localizar os beneficiários deste processo.

METROVIÁRIOS DEMONSTRAM PREOCUPAÇÃO COM OS CASOS CONFIRMADOS DE COVID-19 NA EMPRESA

METROVIÁRIOS DEMONSTRAM PREOCUPAÇÃO COM OS CASOS CONFIRMADOS DE COVID-19 NA EMPRESA

A confirmação de que cinco metroviários testaram positivo para Covid-19, acendeu a luz vermelha no Sindimetrô. A entidade receia que possa ocorrer um surto de coronavírus, visto que a maioria dos metroviários trabalham em regime de escala, o que aumenta, consideravelmente, os riscos de contágio.

Desde que foi decretado estado de calamidade pública no RS, em março, o Sindimetrô pede que a empresa faça os testes nos metroviários. Em reunião no TRT, a direção da Trensurb assumiu o compromisso de testar todos os funcionários, mas até agora, nenhum teste foi feito.

De acordo com o Sindimetrô, já se sabe, por pesquisas científicas divulgadas, que 1 pessoa infectada pode contaminar entre 5 e 7 pessoas. Também por isso, se faz necessário o afastamento imediato e a testagem dos colegas que tiveram contato com outro contaminado.

“A empresa tem obrigação de zelar pela saúde dos seus funcionários e dos usuários. A omissão pode desencadear uma disseminação descontrolada do coronavírus”, alerta o presidente do sindicato.

A parceria do Sindimetrô com a Escola de Saúde da Unisinos já permitiu que 30% dos metroviários da linha de frente fossem testados. “Só que é pouco, diante do tamanho da empresa e do volume de passageiros, que são transportados diariamente. Seguimos exigindo da Trensurb que teste os trabalhadores” define Luís Henrique Chagas.

O Brasil chegou a 11,8 milhões de desempregados. Isso é hora para privatizar os metrôs no Brasil? Acompanhe a Live do sindicato.

O Brasil chegou a 11,8 milhões de desempregados. Isso é hora para privatizar os metrôs no Brasil? Acompanhe a Live do sindicato.

Vamos debater esse tema, em mais uma Live do Sindimetrô-RS, neste sábado (11), às 19h, com a participação dos metroviários: Chagas (RS), Alda (MG) e Thiago (PE).

Mais do que nunca, os trabalhadores precisam de transporte com tarifa social, para buscar o sustento das suas famílias. E o governo Bolsonaro quer entregar os metrôs públicos à iniciativa privada, agravando ainda mais a crise econômica do país.

O presidente do Sindimetrô-RS alerta que a última pesquisa do IBGE, divulgada nesta sexta-feira (10), revelou que o desemprego continua aumentando assustadoramente. “É hora da população ter o transporte gratuito. É um direito constitucional”, defende Luís Henrique Chagas.

Participe da nossa Live! Junte-se a nós nessa luta nacional.

JORNAL DO SINDIMETRÔ/RS Nº147

JORNAL DO SINDIMETRÔ/RS Nº147

Já está circulando a edição nº147 do Jornal do Sindimetrô. A versão traz, na capa, o congelamento dos salários dos funcionários públicos por dois anos. Saiba quem são os deputados e senadores que, mais uma vez, traíram os trabalhadores.

O jornal também trata sobre o fim da aposentadoria especial, que atinge muitos metroviários, e a campanha do Sindimetrô para que a empresa faça os testes da Covid em todos os funcionários.

Apesar da pandemia, o Governo Bolsonaro segue com o projeto de privatização a Trensurb. Saiba como anda o processo e as ações do sindicato.

Clique AQUI para ver o jornal e boa leitura!

O SINDIMETRÔ-RS APOIA A MOBILIZAÇÃO DOS METROVIÁRIOS DE SP

O SINDIMETRÔ-RS APOIA A MOBILIZAÇÃO DOS METROVIÁRIOS DE SP

A categoria metroviária do Rio Grande do Sul apoia a mobilização dos metroviários de São Paulo. Dirigentes do Sindimetrô-RS fizeram um ato de solidariedade, na estação Mercado, usando cartazes com a campanha #EuApoioosMetroviarios.

De acordo com o Sindicato dos Metroviários de SP, a paralisação, programada para o dia 8/7, é uma reação aos ataques do governo de João Dória, que anunciou a redução de adicionais, corte do auxílio transporte e ameaça com a redução nos salários.

Para o presidente do Sindimetrô-RS, governantes e empresários do transporte de massa não tratam o transporte público como um direito constitucional.

“É inegável que os metroviários prestam um serviço essencial à população. É um absurdo o governo Dória aproveitar a pandemia para retirar direitos dos colegas paulistas”, declara Luís Henrique Chagas.