Churrasco organizado pelo sindicato reúne novos profissionais da segurança metroviária

Um churrasco organizado pelo Sindimetrô/RS, na noite de quinta-feira, 6, serviu como recepção aos seguranças recém-incorporados ao quadro de funcionários da Trensurb. Além de um momento de integração, a confraternização serviu para apresentar o sindicato aos novos colegas. A incorporação destes profissionais atende reivindicação antiga do sindicato. Sejam Bem- Vindos!!!!

Trensurb volta atrás e assina cláusulas sociais do Acordo Coletivo

Vinte e quatro horas depois de anunciar o rompimento das negociações do Acordo Coletivo 2017/18, a direção da Trensurb voltou atrás e chamou a diretoria do sindicato para assinar o acordo no que diz respeito às cláusulas sociais.

Assinado pela empresa, o documento foi discutido e aprovado pela categoria em assembleia geral realizada na tarde desta terça-feira, 4. O aceite dos metroviários será levado ao conhecimento da empresa.

A empresa mantém, entretanto, a proposta de reajuste salarial zero. Diante desta postura, o sindicato em comum acordo com a empresa irá ajuizar ação pleiteando 4,08% de correção nos vencimentos, índice que corresponde à inflação medida pelo IPCA.

Acordo Coletivo: Trensurb descumpre acerto com o Sindimetrô/RS

Numa decisão arbitrária, a Trensurb rompeu na tarde desta segunda-feira, 3, o processo de negociação do Acordo Coletivo 2017/18 dos metroviários. O rompimento foi comunicado à direção do Sindimetrô/RS em reunião destinada a formalizar as cláusulas sociais e o ajuizamento da correção salarial.

Sem qualquer explicação que justifique o rompimento, a empresa simplesmente informou que “o acordo anteriormente firmado com relação às cláusulas sociais estava, agora, condicionado à categoria aceitar o reajuste salarial zero”. Pasmem, a Trensurb sequer pretende garantir a correção da inflação nos vencimentos da categoria!

A atual gestão do Sindimetrô/RS sempre pautou a sua atuação pela transparência e por defender de modo intransigente os trabalhadores, ao contrario de outras gestões que passaram de defensores a algozes da categoria. Para sindicalistas honestos só há um lado, o dos trabalhadores.

Desde que a atual gestão do sindicato assumiu, essa é a segunda vez que a empresa trata a categoria com desrespeito. Em 2012 com extrema cara-de-pau falsificaram o Acordo Coletivo na hora da assinatura. Para o Sindimetrô/RS, honestidade e seriedade não são negociáveis e a defesa da categoria sempre estará em primeiro lugar.

Diante da absoluta falta de respeito com os metroviários, o Sindimetrô/RS exige a renúncia dos atuais gestores da Trensurb, que não honram com a palavra, e que estão nos cargos apenas pelos polpudos salários. Aliás, vencimentos gordos que só valem para eles. Para a categoria, a proposta da empresa é de reajuste ZERO.

Trensurb descumpre acordo e coloca em risco os usuários

Ao colocar em circulação trens operados por funcionários com Funções Gratificadas (FGs) a Trensurb assumiu o risco de possíveis acidentes envolvendo trabalhadores e usuários do trem metropolitano. A empresa também descumpriu acordo firmado com a justiça de não colocar trens em funcionamento fora do horário de pico.

Em greve contra as reformas da Previdência e Trabalhista, os metroviários paralisaram as atividades nesta sexta-feira, 30. Sem funcionários suficientes, a empresa colocou alguns trens em circulação operados em sua maioria por FGs.

A medida coloca em risco a integridade física de usuários e metroviários, pois os trens são operados por profissionais destreinados ou não habilitados para o exercício da função. A falta de pessoal fez com que a maioria das estações abrisse as portas com apenas um funcionário.

Com isso, a Trensurb repete uma situação que normalmente acontece no turno da noite, nos fins de semana e em feriados, quando apenas um trabalhador atua nas estações de menor fluxo de passageiros.

Com apenas um bilheteiro, as catracas costumam ser liberadas quando, por exemplo, o profissional precisa auxiliar algum usuário com necessidade especial. Assim, a empresa abdica de receitas que não serão repostas.

A irresponsabilidade da Trensurb também foi verificada no início da manhã desta sexta-feira quando permitiu que um dos condutores mantivesse o trem em movimento, mesmo com a presença de manifestantes na linha.

O Sindimetrô/RS também questiona o assédio moral praticado pela empresa ao constranger funcionários com telefones para que se apresentem no trabalho. Fere com isso, o direito de greve como forma de protesto e de reivindicação.

A Trensurb também descumpriu ao longo do dia o acordo firmado com a justiça de colocar trens apenas nos horários de pico. Para o Sindimetrô/RS, essa postura exige da justiça aplicação de multa similar a que seria aplicada no sindicato caso descumprisse o acordado.