Nesta quarta, 03, a categoria metroviária se reuniu no saguão do prédio administrativo para assembleia geral. A diretoria do Sindimetrô RS dividiu como está o andamento das negociações do acordo coletivo e de escalas. A empresa ainda não apresentou uma proposta financeira, mesmo após dois meses de debate. Por unanimidade, a categoria metroviária declarou estado de greve pela falta de valorização e descaso.
As condições de trabalho estão precárias e atualmente temos o menor quadro de funcionários na Trensurb. Sabemos o quanto isso impacta na qualidade do serviço que prestamos diariamente. Os quase R$ 270 milhões de reais injetados para a reconstrução da empresa após as enchentes não reflete nas melhorias no cotidiano da operação, que segue com problemas estruturais, nem o serviço que a população necessita. Mesmo assim, a Trensurb anunciou um aumento da passagem para R$ 5,00.
Durante a assembleia, a categoria deliberou a realização de um ato no dia 10/07, às 17h na estação Mercado. Neste dia, diversos outros atos pelo Brasil acontecerão, com as pautas do fim da escala 6×1 e pela taxação das grandes fortunas.
Também, as novas diretoras Vanessa Dimmer e a Drielly Bastos foram indicadas e aprovadas por maioria, com uma abstenção na assembleia desta quinta-feira.
Seguimos contra as privatizações e unidos por uma Trensurb pública, estatal e de qualidade.
REUNIÃO DO CONSELHO DIRETIVO DO SINDIMETRÔ/RS O presidente do Sindimetrô/RS, conforme disposições estatutárias, convoca REUNIÃO DO CONSELHO DIRETIVO da entidade, a ser realizada no dia 27 de junho de 2025, às 10:00h, na Sede do Sindicato, situada na R. Monsenhor Felipe Diehl, número 48, com a seguinte pauta:
Privatização;
ACT;
Jurídico.
Luís Henrique Chagas Presidente Porto Alegre, 24 de junho de 2025.
Nesta quinta-feira, 03, a diretoria do Sindimetrô RS vai até o setor da manutenção noturna para dialogar com a categoria. A visita começa às 20h na SESIN e vai contar com a presença da Dra Ana Rita Nakada (Pro Just Advogados).
Dia 28 de junho, data marca o ativismo e resistência pela comunidade LGBTQIAPN+. O movimento começou em 1969, em Greenwich Village, em Nova Iorque, EUA, onde a casa noturna Stonewall Inn, se tornou um símbolo de luta contra a opressão policial e institucional.
A revolta de Stonewall ocorreu após a polícia, mais uma vez, esvaziar o único bar abertamente nova-iorquino para revistas e ameaças de prisão por uso de ‘vestimentas inapropriadas’. O bar era perseguido por ser um local onde travestis, gays, lésbicas e outras dissidências de gênero e sexualidade frequentavam. Depois disso foram 3 noites seguidas de protestos violentos e com numerosa participação da comunidade LGBTQIAPN+. Os protestos inspiraram diversas marchas e atos que até hoje são celebrados nesta data no mundo.
Hoje, celebramos a luta pelos direitos que já foram conquistados, pela liberdade de manifestar o orgulho de existir nas Paradas Livres mundo afora e a resistência de ser o quem se é. Mas a luta por sobrevivência, respeito e dignidade é ainda diária.
A violência à comunidade LGBTQIAPN+ ainda é presente, e considerada crime e punida até mesmo com a pena de morte em alguns países. O Brasil possui uma das maiores taxas de violência e mortalidade por LGBTQIAPN+ do mundo.
Por isso é urgente promover espaços de aprendizagem, campanhas, formações e uma agenda de ações permanentes que diminuam as desigualdades e combatam o preconceito e a violência contra as pessoas LBTQPIA+.
Em 2023, o Supremo equiparou ofensas praticadas contra pessoas LGBTQIAPN+ ao crime de injúria racial. Denuncie quaisquer atos de homofobia, lesbofobia ou transfobia para o Disque Direitos Humanos – Disque 100.
Na próxima quinta-feira, 03 de julho, a partir das 12h, metroviários e metroviárias se reúnem no saguão do prédio administrativo da Trensurb para realizar assembleia geral extraordinária.
A pauta é a discussão do ACT 2025-2027 e assuntos gerais. O Sindimetrô RS segue firme na defesa dos trabalhadores e do transporte público de qualidade. Somente nossa mobilização e unidade podem conquistar e manter nossos direitos.