O clube de leitura das metroviárias está com inscrições abertas! A iniciativa é organizada pela secretaria das mulheres do Sindimetrô RS, focada em estudar e ler obras de escritoras mulheres. O objetivo é refletir e resgatar narrativas narradas por mulheres através da literatura. A segunda obra escolhida para a leitura é o livro “A bruxa não vai para a fogueira neste livro”.
A obra resgata imagem ancestral da figura feminina naturalmente poderosa, independente e, agora, indestrutível. O livro de Amanda Lovelace foi lançado em 2018 e reúne poemas com temáticas como relacionamentos abusivos, crescimento pessoal e autoestima.
As inscrições vão até o fim de julho. Interessadas podem entrar em contato com Keity, pelo contato 51 9117616. Os encontros vão ocorrer quinzenalmente de forma virtual. O calendário das datas será definido a partir do grupo, com início em agosto.
Hoje, 07, ocorreu uma reunião com o novo presidente da Trensurb, Fernando Marroni, representantes do Sindimetrô RS, Sindaergs, Senge, Sintec, Saergs e também do Conselho de Administração da empresa. O grupo, representando todas as entidades sindicais representativas dos(as) trabalhadores(as) da Trensurb, entregaram uma carta com diversas reivindicações e demandas para o novo gestor da empresa. Amanhã, 8, Marroni assume oficiamente a presidência da Trensurb, após seis meses de impasses para a troca de cadeira.
Durante a reunião, as pautas foram apresentadas conjuntamente, com foco em questões estratégicas para melhorar as condições de emprego, assim como as condições de serviço e funcionamento da Trensurb. Entre as pautas, a retirada imediata da Trensurb do PND, também a discussão dos planos de carreira, a perda salarial, o debate sobre o plano de saúde, a urgência de revogar as terceirizações dentro da empresa, entre outras demandas trazidas pelos(as) trabalhadores(as).
Sabemos da necessidade de uma gestão transparente e que esteja aberta às reivindicações dos(as) servidores(as). Temos uma Trensurb para reconstruir, após sobrevivermos a 5 anos de desmonte e falta de investimento. Vamos seguir cobrando e denunciando a precarização do serviço público. É urgente tratar de problemas estruturais que pioram o serviço para avançar nas pautas.
A sexta-feira, 30 de junho, foi marcada por atividades o dia todo. Pela manhã, a direção do Sindimetrô RS esteve na estação Mathias Velho, a partir das 6h da manhã, onde dialogamos com usuários(as) em defesa da Trensurb pública.
Durante a semana, uma carta endereçada ao presidente foi entregue a parlamentares para que nossas demandas cheguem a Lula. A carta cobra ações para a retirada da Trensurb do PND e a extinção do plano, que foi entregue para Dep. Estaduais Valdeci de Oliveira, Luciana Genro e também para a Dep. Federal Fernanda Melchionna
Pela tarde, fomos apoiar a mobilização da enfermagem pela implementação do piso nacional da categoria. Trabalhadores(as) realizaram greve e caminhadas em diversos pontos e hospitais da cidade. Metroviários(as) acompanharam a caminhada até o Hospital de Clínicas, onde a categoria protestou durante a cerimônia de inauguração de instalações do complexo hospitalar com a presença de Lula e parlamentares.
No fim do dia, seis ministros do STF formaram maioria para restabelecer o piso da enfermagem. O STF avaliou ainda que é papel dos sindicatos intermediar o pagamento do piso. À noite, fruto de muita luta e denúncias, uma determinação do TSE, tornou Bolsonaro inelegível por 8 anos. O plenário reconheceu o abuso de poder político e uso indevido dos meios de comunicação. Seguiremos nas ruas e em mobilização por mais direitos!
“Nenhum orgulho para alguns de nós sem A libertação para todos(as) nós.”
Marsha P. Johnson, uma das ativistas da rebelião de Stonewall.
A rebelião de Stonewall ocorreu em 28 de junho de 1969 em Greenwich Village, nos Estados Unidos. Gays, lésbicas, travestis, pessoas dissidentes de gênero e sexualidade enfrentam a violência policial, o preconceito da época e que entrou para a história como um dia de celebração e resistência das pessoas LGBTQIA+.
A vida de Marsha, como muitas pessoas dissidentes de gênero e sexualidade, foi marcada pela violência e também pela revolução. Seu ativismo foi maior do que o preconceito da época, e é inspiração até hoje.
Por mais direitos, visibilidade,dignidade e respeito na sociedade, celebramos!
Hoje, 26, Fernando Marroni assumiu a presidência da Trensurb. O nome foi anunciado em fevereiro, e só agora houve a mudança de cadeira. Em entrevista à Gaúcha ZH, Marroni se comprometeu com não aumentar a tarifa e disse que quer reduzir os custos da operação da Trensurb.
Esperamos comprometimento com a Trensurb pública e estatal. Marroni tem pela frente o desafio de gerir a Trensurb, que presta um serviço essencial às pessoas da região metropolitana, após um período de sucateamento. Quem utiliza o serviço e depende da Trensurb já percebe o abandono.
O Sindimetrô RS vai seguir cobrando uma administração transparente, com participação dos metroviários(as) nas decisões da Trensurb. É urgente que possamos tirar de vez a ameaça da privatização, e abrir caminho para qualificar o serviço, com mais concurso público, rever contratos lesivos.