SINDIMETRÔ PEDE REAVALIAÇÃO DAS PRIORIDADES DA VACINAÇÃO EM AÇÃO NAS ESTAÇÕES

SINDIMETRÔ PEDE REAVALIAÇÃO DAS PRIORIDADES DA VACINAÇÃO EM AÇÃO NAS ESTAÇÕES

Nesta quarta-feira, dia 17, biomédicas da Universidade Feevale acompanhadas de diretores do Sindimetrô/RS percorreram todas as 22 estações da Trensurb para testar os colegas para o covid-19. A coleta de materiais para o exame dos metroviários que atuavam na linha de frente ocorreu nos turnos manhã e tarde.

Duas equipes da universidade fizeram a coleta das amostras para o teste PCR-RT, o mais eficaz para o diagnóstico da covid. Divididas em dois trechos (Norte e Sul) as equipes testaram 126 metroviários que estavam na escala de trabalho neste dia. O efetivo noturno das estações virá ao sindicato nesta quinta-feira (18) para realizar a coletagem.

O presidente do Sindimetrô, Luís Henrique Chagas, disse que a medida tem o objetivo de saber os níveis de contaminação dos metroviários da linha de frente: “Nosso receio é que a situação saia de controle, com mais colegas contaminados e doentes”, disse Chagas.

A falta de um gerenciamento nacional da crise sanitária por parte do governo Bolsonaro também se reflete na desorganização local destas ações. A Trensurb segue perdida nos critérios dos afastamentos dos suspeitos de infecção, no ritmo das testagens e também nas orientações básicas para o dia-a-dia dos trabalhadores nos setores e nas estações.

Atualmente a empresa possui cerca de 70 trabalhadores afastados por causa da doença. Cinco estão internados, sendo que destes, três estão em estado grave. No último domingo morreu o primeiro metroviário gaúcho, vítima de covid-19.

Chagas também ressaltou a importância de uma revisão nas prioridades de vacinação por parte das três esferas de governos: “A contaminação de apenas um trabalhador já coloca em risco milhares de usuários todos os dias e pode afetar a prestação dos serviços. Por isso, os metroviários pedem que a empresa atue politicamente e exija urgência na vacinação da categoria.”, enfatizou o presidente da entidade.

COMUNICAÇÃO À CATEGORIA METROVIÁRIA

COMUNICAÇÃO À CATEGORIA METROVIÁRIA

O SINDIMETRÔ-RS, através da sua Diretoria Administrativa vem comunicar à categoria metroviária que, em decorrência da implementação da Bandeira Preta na Região Metropolitana de Porto Alegre pelo Decreto nº 55.764/2021 do governo estadual, a qual dentre outras restrições proíbe aglomerações de pessoas durante a sua vigência, inclua-se as assembleias, por ora, não poderá atender o previsto no artigo 33 do Estatuto Social o qual trata da eleição dos Representantes Sindicais para o triênio 2021/2023, o que será procedido assim que ocorrer a troca da bandeira.

Findo o mandato dos atuais Representantes Sindicais sem a realização do novo pleito, aconselhamos a estes que continuem atuando junto a seus setores de trabalho encaminhando as demandas para esta Diretoria Administrativa para os devidos encaminhamentos.

Porto Alegre, 08 de março de 2021.

Luis Henrique Chagas
Presidente do Sindimetrô-RS.

NESTE 8 DE MARÇO, AO INVÉS DE PRESENTES E FELICITAÇÕES, AS MULHERES PEDEM RESPEITO E JUSTIÇA

NESTE 8 DE MARÇO, AO INVÉS DE PRESENTES E FELICITAÇÕES, AS MULHERES PEDEM RESPEITO E JUSTIÇA

Chegamos a mais um Dia Internacional das Mulheres, mais um ano de muita luta e sem grandes comemorações e avanços para marcar a data. Pelo contrário, em meio a pandemia, as tensões e as opressões que estamos expostas são intensificadas. Estamos cada vez mais expostas ao assédio sexual nos nossos postos de trabalho, aumentou a violência contra nós, o feminicídio e a desigualdade social.

Apesar dessas adversidades, fomos nós, metroviárias, que garantimos o transporte dos servidores da saúde, dos supermercados, das farmácias nesse momento pandêmico. No entanto, o governo Bolsonaro nos incluiu no final da lista prioritária de vacinação.

Exigimos vacina já para todas as trabalhadoras da linha de frente, e que a Trensurb flexibilize a jornada de trabalho daquelas que, com as escolas fechadas, não tem com quem deixar os filhos, e que efetivamente a empresa apresente políticas de combate ao assédio sexual e nos dê respostas sobre os casos já denunciados dentro da empresa.

Neste 8 de março, vamos nos unir. Por nós, pelas terceirizadas, pelas estagiárias e por toda nossa classe trabalhadora.

BASTA DE ASSÉDIO!
VACINAÇÃO JÁ PARA AS MULHERES DA LINHA DE FRENTE!
VIVA A LUTA DAS TRABALHADORAS, VIVA A LUTA DAS METROVIÁRIAS!

METROVIÁRIOS RECORREM AO TCU PARA BARRAR PRIVATIZAÇÃO DA TRENSURB

METROVIÁRIOS RECORREM AO TCU PARA BARRAR PRIVATIZAÇÃO DA TRENSURB

O Sindicato dos Metroviários do RS deve ingressar com ação no Tribunal de Contas da União nos próximos dias.

A mobilização para barrar a privatização da Trensurb  integra um conjunto de medidas jurídicas da Frente em defesa do transporte público sobre trilhos. A pauta foi debatida na última quinta-feira, 4, em reunião com o escritório Garcez Advocacia, que representa os metroviários e metroviárias gaúchos.

A estatal está no programa desastroso de Desestatização do governo federal, com edital previsto para o segundo semestre deste ano e leilão no final do ano.

De acordo com o presidente do Sindicato dos Metroviários do RS, a ação  vai questionar qual o planejamento do governo federal, para o caso de avançar a privatização da empresa.

Reposição de trabalhadores, qualidade do serviço a ser prestado, preços que serão praticados e o equilíbrio financeiro da empresa, são alguns dos pontos que devem compor esse planejamento.

“Se o governo Bolsonaro acha que vai entregar o patrimônio público, passando por cima dos trabalhadores, está enganado. Lutaremos até o fim”, alertou Luís Henrique Chagas.

Para o Sindimetrô/RS a privatização vai precarizar ainda mais os serviços à população que necessita da Trensurb.

 

SINDIMETRÔ INTEGRA COMITÊ GAÚCHO DE COMBATE AO CORONAVÍRUS E AO GOVERNO BOLSONARO

SINDIMETRÔ INTEGRA COMITÊ GAÚCHO DE COMBATE AO CORONAVÍRUS E AO GOVERNO BOLSONARO

O Sindicato dos Metroviários participou nesta quarta-feira (3), do lançamento do Comitê de Enfrentamento à Covid no Rio Grande do Sul. A iniciativa dos partidos de esquerda uniu mais de 200 representações em torno do objetivo de frear a incompetência do governo Bolsonaro no combate ao coronavírus.

A primeira reunião foi virtual e contou com a participação de deputados, vereadores, dirigentes sindicais e estudantis, entre outras lideranças que estão de acordo que esta calamidade provocada pelo governo e seu Ministro da Saúde, precisa ser interrompida imediatamente.

O presidente do Sindimetrô/RS fez um relato sobre a atuação da categoria nesse período. “Não paramos um único dia durante toda a pandemia”, destacou Luís Henrique Chagas.

O dirigente defendeu a antecipação da vacinação  para os metroviários e metroviárias da linha de frente. A proposta é que os prefeitos das seis cidades atendidas pelo trem, incluam cerca de 500 trabalhadores nos seus grupos prioritários. “A aglomeração de milhares de pessoas e ambientes fechados nas estações são a realidade diária do serviço prestado nos trens”, declarou Chagas.