Em Porto Alegre os trabalhadores e estudantes voltaram às ruas pela vacinação universal pelo SUS e pelo impeachment de Bolsonaro. O protesto organizado por entidades sindicais e partidos de oposição ao governo federal, contou com a participação de trabalhadores de diversas categorias, estudantes e a população em geral. Todos estão inconformados com a política genocida de Bolsonaro e Pazuello.
A concentração ocorreu no estacionamento do estádio Beira- Rio e às 10:40 a carreata começou. Foram percorridas as avenidas Padre Cacique, Icaraí, Wenceslau Escobar, Campos Velho, Nonoai e Teresópolis, todas na zona Sul de Porto Alegre. O protesto seguiu em direção ao Centro Histórico, passando pelas avenidas Protásio Alves, Osvaldo Aranha, Túnel da Conceição e Borges de Medeiros, retornando ao Beira-Rio.
Dirigentes do Sindimetrô/RS participaram da manifestação e reforçaram a posição da entidade em defesa da vacinação universal pelo SUS e a saída imediata de Bolsonaro do governo. Para o diretor de comunicação do sindicato, as atitudes de Bolsonaro são contra a população brasileira: “Há uma explosão de novos casos, pessoas morrendo asfixiadas e o presidente promovendo aglomerações. Isso é um ato criminoso”, declarou Lucas Viegas.
Depois da grande mobilização do último sábado (23), a 2ª carreata “Vacina Já para Todos e Impeachment Já” foi convocada em todo o país em protesto à incompetência de Bolsonaro diante da pandemia e pelo impeachment imediato deste verdadeiro desgoverno.
Em Porto Alegre o movimento terá concentração à partir das 10hs, neste domingo (31), no estacionamento da EPTC, ao lado do estádio Beira-Rio.
Por uma vacinação universal pelo SUS e pelas vidas dos brasileiros sem Bolsonaro no poder, junte-se aos metroviários e aos trabalhadores da saúde nesta carreata.
O ano começou com os metroviários e a população que depende dos metrôs na mira do governo Bolsonaro. E a continuidade das maldades do governo federal contra funcionários e usuários da Trensurb e da CBTU já tem data: entre julho e setembro será publicado o edital e o leilão das estatais está marcado para os meses seguintes.
O método da desestatização é conhecido há décadas, e as prometidas melhorias dos serviços nunca vêm. A maioria das empresas públicas transferidas ao capital privado geraram insegurança, custos maiores à população, superlotação e acidentes frequentes. E o que é pior: continuam sendo financiadas pelos governos.
O Sindimetrô/RS reitera a sua posição sobre o caráter que a Trensurb deve exercer: tarifa social ao usuário e gestão feita pelos trabalhadores. Para mantermos a empresa pública, defendemos a extinção dos CC’s, redução das FG’s, fim dos supersalários e incorporações, realização de concurso público e um plano de carreira que valorize os metroviários.
Neste primeiro semestre, os metroviários terão duas grandes batalhas na defesa de seus direitos: o Acordo de Escalas e o Acordo Coletivo de Trabalho, que vencem no dia 30 de abril. Isso sem tirar os olhos do processo de privatização. (Box)
Portanto, neste ano tão decisivo, os metroviários precisam se organizar com as demais categorias que estão sofrendo com os mesmos ataques dos governos. A luta não se faz sozinho. Todos contra a privatização!
Metroviários e Metroviárias marcaram presença na carreata que reuniu milhares de pessoas em Porto Alegre, na tarde deste sábado, 23. A concentração ocorreu no Largo Zumbi dos Palmares, às 16 horas.
A manifestação pedindo vacinação universal pelo SUS e o impeachment de Bolsonaro, reuniu diversas entidades sindicais, partidos de oposição ao governo federal, estudantes e trabalhadores de várias categorias.
A carreata passou por várias bairros da capital como Bom Fim, Cidade Baixa, Centro Histórico e Moinhos de Vento.
Além dos carros, manifestantes em bicicletas, em motos e até a pé, foram às ruas em muitas capitais e nas maiores cidades do país, para protestar contra a incompetência do governo no combate à pandemia.
Para o presidente do Sindicato dos Metroviários do Rio Grande do Sul, a permanência de Bolsonaro na presidência da República é inviável: “Ele está acabando com o país”, denunciou Luís Henrique Chagas.
Sindimetrô/RS, Sindisaúde RS e Aserghc atuaram conjuntamente na divulgação da atividade em Porto Alegre.
Fotos: Secretaria de Comunicação Sindimetrô/RS e Mães e Pais pela Democracia
Sindimetrô/RS, Sindisaúde/RS e ASERGHC participam neste final de semana da carreata “VACINA PRA TODOS E IMPEACHMENT JÁ” como lançamento da campanha unificada das entidades. O ato será neste sábado, 23, com concentração às 16 horas, no Largo Zumbi dos Palmares.
Na manhã desta sexta-feira, 22, a diretoria do Sindimetrô/RS preparou a participação dos metroviários e metroviárias na atividade. Para a categoria, é inaceitável que a pandemia esteja causando um colapso do sistema de saúde do país, por pura negligência de um presidente negacionista.
O presidente do Sindicato dos Metroviários do Rio Grande do Sul lembrou que Bolsonaro fez campanha contra uso de máscara, promoveu aglomerações e desestimulou o distanciamento, indo na contramão das recomendações das autoridades sanitárias.
“As atitudes irresponsáveis do Bolsonaro levaram à norte mais de 210 mil brasileiros. Ele tem que ser responsabilizado por isso”, cobrou Luís Henrique Chagas.
Na visão da entidades a aquisição e distribuição gratuita e universal das vacinas pelo governo federal é urgente.
E a permanência de Bolsonaro na presidência da República se tornou insustentável.