ASSEMBLEIA GERAL ORDINÁRIA DE APRECIAÇÃO DE BALANÇO FINANCEIRO E PATRIMONIAL
O Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Transportes Metroviários e Conexas do Estado do Rio Grande do Sul – SINDIMETRÔ/RS, por seu Presidente, no uso das suas atribuições legais e estatutárias, CONVOCA seus associados para Assembleia Geral Ordinária, a ser realizada no campo de futebol junto ao estacionamento do prédio administrativo da Empresa Trensurb S.A, na Rua Ernesto Neugebauer, 1985, Bairro Humaitá – Porto Alegre, no dia 18 de dezembro de 2020, com primeira chamada às 12h e, em segunda e última chamada às 12h30, para atender a seguinte ORDEM DO DIA:
Apreciação e deliberação sobre o Balanço Financeiro e Patrimonial de 2019, devidamente instruído com o parecer do Conselho Fiscal.
Porto Alegre, 08 de dezembro de 2020.
Luís Henrique Chagas Presidente do Sindimetrô/RS
OBSERVAÇÃO: Em razão das determinações legais em vigor pelo estado de calamidade pública em nosso estado em decorrência da Pandemia da Covid-19, o sindicato, visando preservar a saúde e o bem-estar da categoria, informa que manterá cadeiras com distanciamentos mínimos de 2 metros, além de outras medidas de proteção individuais como o fornecimento de máscaras e de álcool em gel 70%.
Os sindicatos dos metroviários do Rio Grande do Sul, de Minas Gerais e de Pernambuco e dos ferroviários do Rio Grande do Norte e de Alagoas criaram um Comitê Jurídico Nacional contra a privatização dos metrôs. Pelo cronograma do governo Bolsonaro, Trensurb e CBTU serão privatizadas em 2021.
Com o objetivo de barrar esse processo, as entidades que representam as categorias dos metroviários e dos ferroviários contrataram o escritório Garcez Advocacia, especializado na defesa das empresas estatais junto aos tribunais superiores e que já representa trabalhadores de empresas públicas, como Petrobras, Eletrobras e Casa da Moeda, entre outras.
Luís Henrique Chagas, presidente do Sindimetrô-RS, acredita que essa unidade para alcançar um objetivo comum deve se intensificar entre diversas categorias de servidores públicos. Além de protestos, paralisações, operação padrão, entre outras ações contra as privatizações, as entidades dos trabalhadores começam a criar suas frentes jurídicas.
“Enfrentaremos a fúria privatista dos governos com ações jurídicas e políticas, mas unidos nacionalmente”, assinalou Chagas.
A criação de um Comitê Jurídico Nacional foi aprovada pelas diretorias das entidades dos cinco estados.
*Com informações do Sindicato dos Metroviários do Rio Grande do Sul.
Na tarde desta quarta-feira, 09, o Sindimetrô e a ACCEITEC (Associação dos Colaboradores da Ceitec) se reuniram, de forma online, para apresentar um panorama da atual situação da Trensurb e da Ceitec. O objetivo do encontro foi traçar lutas conjuntas para tentar frear os ataques que as duas categorias estão sofrendo do governo Bolsonaro.
No caso da Ceitec, no Programa de Parcerias de Investimentos (PPI), foi deliberado pela extinção da empresa que é especializada em alta tecnologia de semicondutores e microeletrônica.
Chagas colocou o Sindimetrô à disposição da Acceitec para caminharmos lado a lado contra o desmonte federal.
O Acordo de Escalas com validade até 30 de abril do próximo ano foi assinado na tarde desta terça-feira, 8, na presidência da Trensurb.
Participaram do ato os dirigentes do Sindimetrô e Sintec, o presidente da Trensurb e os diretores de administração e finanças e de operações da empresa.
O sindicato quer manter uma mesa de negociações permanente para tratar da manutenção do acordo que é uma conquista importante da categoria.
“Lutar pela manutenção das conquistas é parte da tarefa de barrar a privatização. A entrega do patrimônio público passa pela retirada de direitos dos trabalhadores”, disse o presidente Chagas.
Os metroviários e as metroviárias aprovaram, por ampla maioria, a renovação do Acordo de Escalas até 30 de abril de 2021, em assembleia geral extraordinária nesta segunda-feira, 7. Foram 37 votos favoráveis, 2 contrários e 2 abstenções.
O atual acordo finda em 9 de dezembro e a renovação será assinada nesta terça-feira, 8. A direção do sindicato entende que as tentativas de retiradas de direitos nos Acordos Coletivos têm como objetivo facilitar o processo de privatização da Trensurb.
Conseguir impedi-las é parte da luta contra a entrega do patrimônio público à iniciativa privada. “Precisamos utilizar esses cinco meses para a organização da categoria. Para mobilizarmos os metroviários, nossa tarefa é caminhar na base e explicar o que está em jogo”, ponderou a diretora Keity.
A manutenção do Acordo de Escalas e de todas as conquistas incorporadas ao Acordo Coletivo só será possível com uma intensa agenda de mobilização. A isso se incorpora a luta contra a privatização, principal desafio da categoria.
“Defender as conquistas dos metroviários, bem como todas as empresas públicas dos ataques do governo Bolsonaro, deve ser o objetivo do Sindimetrô”, disse o presidente Chagas.
O sindicato solicitará uma mesa permanente de negociação, com a participação de colegas de todos os setores.