O sindicato recebeu 37 novos(as) funcionários(as) nesta sexta-feira, 10. Os(as) metroviários(as) foram chamados(as) para assumir no setor de estações, segurança e administrativo.
O almoço de recepção a novos funcionários já é tradicional, uma ocasião de troca de experiências e de valorização do papel do sindicato na defesa dos direitos dos(as) trabalhadores(as).
Historicamente, há uma defasagem no quadro de funcionários da Trensurb. Após o PDV, a situação se agravou. O Sindimetrô RS defende a manutenção e a ampliação dos postos de trabalho. Sabemos da importância de mais contratações para garantir um bom atendimento a quem utiliza os serviços da Trensurb.
O Sindimetrô RS alerta que é urgente que a Trensurb abra uma licitação para um novo concurso. O último foi feito em 2021, com chamamento apenas para o setor da segurança. Já para o setor de bilheteria, o último concurso ocorreu em 2017. Isto criou um grave desfalque no efetivo no setor de estações. A Trensurb prorrogou a validade do concurso ocorrido há seis anos até agosto deste ano.
A diretoria também dividiu com os(as) recém-chegados(as) a importância do trabalho da Trensurb à comunidade da região metropolitana de Porto Alegre e salientou nossas bandeiras: tarifa zero, mais investimento no serviço público. Saudamos os(as) novos(as) 32 associados(as)!
O Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Transportes Metroviário e Conexas do Rio Grande do Sul (Sindimetrô/RS), por seu Presidente, no uso de suas atribuições legais e estatutárias, convoca os associados do Sindicato para Assembleia Geral Extraordinária, a ser realizada no dia 23 de fevereiro de 2023, na Sede do Sindicato, sito à Rua Monsenhor Felipe Diehl, nº 48, Bairro Humaitá, Porto Alegre/RS, em primeira chamada às 15 horas e, em segunda e última chamada às 15 horas e 30 minutos. Em pauta, a discussão e deliberação da seguinte ORDEM DO DIA:
Eleição do Delegados e Delegadas para o XII Congresso dos Metroviários e Metroviárias do RS;
Ontem, 06, rolou o segundo encontro do clube de leituras focado em escritoras mulheres. O grupo discutiu sobre a obra Quarto de Despejo, publicada em 1960.
Leia um trechinho do livro, que narra o cotidiano de Carolina Maria de Jesus, mãe solo, catadora de papel e moradora da favela:
“15 DE JULHO DE 1955
Aniversário de minha filha Vera Eunice. Eu pretendia comprar um par de sapatos para ela. Mas o custo dos gêneros alimentícios nos impede a realização dos nossos desejos. Atualmente somos escravos do custo de vida. Eu achei um par de sapatos no lixo, lavei e remendei para ela calçar.”
A iniciativa é organizada pela secretaria das mulheres do Sindimetrô RS e ocorre todas as segundas-feiras às 21h de forma virtual. Interessadas podem entrar em contato com Keity, pelo contato 51 91177616.
O ano era 1998, e em março, após apenas três meses da venda à iniciativa privada, a empresa fez uma demissão em massa: dos 2.200 trabalhadores, a empresa continuou apenas com 572. E a meta era chegar ao quadro de apenas 500 funcionários.
Longe de ser passado, após 25 anos, o Metrô Rio entrega um serviço caro e precário para a população carioca.
Feito de forma artesanal no setor das estações, o jornal Enfim reunia notícias e outros conteúdos dos(as) metroviários(as). A primeira edição já trazia a manchete do Jornal Folha de São Paulo recortada: o metrô do Rio de Janeiro demite 1200 trabalhadores.
O modelo de privatização pouco mudou em quase três décadas. Começa com a promessa de salvação. No entanto, a realidade é o aumento do sucateamento, a diminuição de linhas, atrasos, superlotação e falta de manutenção. Ainda, privatização significa o aumento de acidentes e descarrilamentos. O modelo de venda do patrimônio público só é bom para o bolso dos grandes empresários, que se beneficiam pela lógica neoliberal.
Precisamos de mais investimentos e serviços públicos de qualidade. A privatização não é a solução. A demissão em massa foi denunciada na época pelo Sindimetrô RS.
O alerta segue ainda presente. Não é este o futuro que queremos para a Trensurb. Metroviário(a) tem memória!