Na próxima semana, estaremos em Brasília para a Audiência Pública “Sistema Metroferroviário no Brasil e os retrocessos que os trabalhadores e o setor como um todo vêm enfrentando nos últimos anos”.
A Audiência ocorre na terça, dia 16 de junho de 2026, às 16h, dentro da Comissão de Administração e Serviço Público da Câmara dos Deputados. Trabalhadores(as) de comitivas metroferroviários do Brasil estarão presentes. A organização é fruto de construção entre o Sindimetrô RS junto do mandato da Deputada Federal Fernanda Melchionna.
Seguimos denunciando os prejuízos sociais decorrentes das privatizações e cobrando do Governo Lula uma postura transparente sobre o sistema de transporte coletivo sobre trilhos no país.
Confira um trecho da conversa sobre Ensino superior em crise: greves de estudantes e servidores, com Rafael Borguin e Sandro Pimentel, no programa A Hora dos Trabalhadores, apresentado por Ana Paula Almada no Canal Farol Brasil.
Na sexta-feira, 29, o Conselho Fiscal se reuniu na sede do Sindimetrô RS para analisar as contas dos meses de Março e Abril de 2026, conforme documentação apresentada pelo sindicato.
O Conselho aprovou os gastos por unanimidade, sem ressalvas. Também foi dado o parecer de aprovação dos gastos do ano de 2025, que será apreciado e aprovado pela categoria em assembleia geral em breve.
O equilíbrio das finanças do Sindimetrô RS é um compromisso desta gestão. Todos os balancetes estão disponíveis no nosso site, na sessão de transparência.
Em entrevista no Farol Brasil, Ana Paula Almada explica por que os metroviários e metroviárias gaúchos aprovaram o estado de greve na última assembleia.
A categoria metroviária não vai aceitar pressão e chantagem do Governo Federal. Estamos unidos e defenderemos até o fim os nossos direitos e os nossos empregos.
Nesta sexta, 29, a categoria metroviária se reuniu em assembleia e rejeitou por unanimidade a proposta apresentada pela empresa.
Queremos avançar por mais tempo de Acordo e por garantia de emprego. Nosso posicionamento é garantir um acordo de dois anos. A prorrogação do acordo atual por somente 15 dias é um posicionamento arbitrário e mostra a falta de diálogo com a nossa negociação.
A categoria metroviária aprovou por unanimidade o estado de greve. A assembleia segue aberta. A contraproposta aprovada em assembleia foi protocolada e entregue à direção da Trensurb.
Também foi eleito o metroviário da base Gil para participar da comissão paritária da construção do ACE, o trabalho da comissão segue em conjunto entre todos os sindicatos da Trensurb.
Em junho, estaremos em Brasília em agendas com a SEST, com a Secretaria Geral da Presidência, com a Presidência do PT e também para a Audiência Pública para dialogar e defender o futuro da Trensurb pública.
Este momento é decisivo para somarmos forças para lutar pelos nossos direitos e empregos de toda a categoria metroviária.
Mesmo com resistência dos empresários e da extrema-direita, nesta quarta-feira (27), a redução da jornada de trabalho sem redução do salário foi aprovada na Câmara de Deputados. Os 472 votos favoráveis representam uma vitória numa importante batalha, mas o projeto ainda será discutido e votado no Senado.
Dos 22 deputados federais que votaram contra o projeto, 5 deles são gaúchos: Marcel Van Hatten (NOVO), Maurício Macron (PL), Bibo Nunes (PL), Sérgio Turra (PP) e Lucas Redecker (PSD). Não vamos esquecer destes parlamentares que tentaram impedir os(as) trabalhadores de ter mais dignidade de vida.
Diferente do projeto original, que previa redução para 36 horas semanais e escala 4×3, o texto aprovado prevê uma redução gradual. Em 60 dias, redução para 42h semanais; depois, após mais 12 meses, redução para 40 horas. Qualquer redução do salário está expressamente proibida. Os sindicatos e empregadores deverão firmam novos acordos coletivos para discutir a jornada.
A pauta das 40 horas figura nas bandeiras do movimento sindical há décadas. Pelo menos desde a grande explosão do movimento operário, ao final da ditadura militar, trabalhadores lutam por esta redução. De lá pra cá, quase 50 anos se passaram e a luta continua a mesma, sendo uma vitória que ainda tem enormes desafios para se consolidar.
Esta é uma vitória histórica e que possamos ampliar ainda mais conquistas! A classe trabalhadora mobilizada pode avançar por tarifa zero.