ASSEMBLEIAS GERAIS DELIBERAM SOBRE FINANÇAS DO SINDIMETRÔ RS ACONTECEM DIA 17

ASSEMBLEIAS GERAIS DELIBERAM SOBRE FINANÇAS DO SINDIMETRÔ RS ACONTECEM DIA 17

Na próxima quarta-feira, dia 17, a categoria metroviária se reúne para duas assembleias gerais ordinárias.

A primeira acontece com a chamada às 12h e às 12h30. A pauta é a deliberação acerca das contas referentes ao ano de 2023.

A segunda assembleia ordinária acontece a partir das 13h, com segunda chamada às 13h30. A pauta é a deliberação acerca do plano financeiro trienal 2024/2026.

As assembleias acontecem no saguão do prédio administrativo da Trensurb.

As contas do Sindimetrô RS são analisadas pelo Conselho Fiscal, que deu parecer favorável à aprovação da categoria, assim como o Plano Orçamentário para o Triênio (2024/2026).O equilíbrio das finanças do Sindimetrô RS é um compromisso desta gestão. 

Participe!

CURSINHO POPULAR PARA CONCURSOS DO SINDIMETRÔ RS INICIA NOVA TURMA

CURSINHO POPULAR PARA CONCURSOS DO SINDIMETRÔ RS INICIA NOVA TURMA

Neste sábado, 6, a nova turma do cursinho popular preparatório para concursos públicos esteve presente para a aula inaugural. 150 alunos e alunas foram chamados(as) para compor a nova turma. Durante a manhã, houve a recepção e a apresentação do projeto pela diretoria do Sindimetrô RS, da Rede Emancipa. Após, os(as) professores(as) Fran e Julio iniciaram as aulas de português e matemática.

A manhã também teve a apresentação do projeto do Mestre Paulo Grande, que oferece aulas de capoeira gratuitas para a comunidade.
Os encontros ocorrem nas terças e quintas às 16h, na sede do Sindimetrô RS.

A criação de espaços de formação e educação é uma política do Sindimetrô RS para ampliar e organizar a luta do povo trabalhador para além da categoria metroviária.

CURSINHO POPULAR PARA CONCURSOS: AULA INAUGURAL NESTE SÁBADO NO AUDITÓRIO DO SINDIMETRÔ RS

CURSINHO POPULAR PARA CONCURSOS: AULA INAUGURAL NESTE SÁBADO NO AUDITÓRIO DO SINDIMETRÔ RS

Neste sábado, 6 de abril, iniciamos um novo ano do Cursinho Popular Preparatório para concursos públicos do Sindimetrô RS. O projeto oferece aulas gratuitas aos sábados. A parceria entre o Sindimetrô RS e a Rede Emancipa visa suprir uma demanda social no acesso a concurso público. Em 2023, mais de 200 estudantes participaram do projeto. O curso oferece aulas de português, matemática e informática.

As aulas ocorrem aos sábados, das 9h às 12h, de forma gratuita, ministradas por professores(as) da Rede Emancipa no auditório do Sindimetrô RS, no bairro Humaitá em Porto Alegre.

O objetivo do curso é capacitar interessados(as) em ingressar na carreira , ainda sem data. A Rede Emancipa é um Movimento Social de Educação Popular que luta pela democratização do acesso à Universidade e por uma educação de qualidade, crítica e gratuita.

Enfrentamos desigualdades estruturais no acesso à educação no país. O projeto visa ampliar oportunidades para pessoas interessadas em ingressar na Trensurb e em outros concursos públicos. O acesso à educação e ao conhecimento libertam e são parte estratégica para a mudança social.

MINISTRO RUI COSTA: PARA QUEM VOCÊ GOVERNA?

MINISTRO RUI COSTA: PARA QUEM VOCÊ GOVERNA?

Em meio a denúncias de desvio de verbas públicas, Ministro da Casa Civil é blindado por Lula. Rui Costa é responsável por projetos do futuro do país. Afinal, onde está o compromisso com o povo que elegeu Lula?

Uma delação premiada à Polícia Federal implica Rui Costa, então governador da Bahia, em fraude na compra de respiradores no ano de 2020. A PF investiga um rombo de R$ 48 milhões dos cofres públicos em meio à crise provocada pela pandemia de Covid-19. Lula ignorou as denúncias contra Rui e o elogiou nesta quinta-feira, 4.

Em seu histórico, Rui Costa, mostra seu compromisso com o empresariado. Hoje é Ministro da Casa Civil e não mede esforços para vender a ideia do “sucesso” do metrô de Salvador. As obras terminaram em 2014, custaram R$ 4 bilhões aos cofres públicos e demoraram 14 anos para serem concluídas. Logo em seguida foi concedida à gestão privada. Quando o lucro não veio, o dinheiro saiu do bolso do povo trabalhador. Entre 2020 e 2023, Rui Costa garantiu um subsídio de R$ 183 milhões para a empresa privada CCR do metrô de Salvador.

As parcerias entre a gestão pública e privada no Novo PAC (Programa da Aceleração de Crescimento) são estratégicas para o desenvolvimento do país. O projeto foi lançado em agosto do ano passado e grande parte dos projetos visa as PPP’s (Parcerias público-privadas). Assim, as grandes empresas seguirão lucrando com contratos bilionários em setores estruturais que deveriam melhorar a vida do povo brasileiro.

Rui Costa é atualmente também o responsável pelo futuro da Trensurb pública e estatal. Há um mês, o Sindimetrô RS esteve em Brasília e retornou com mais uma promessa de retirada da empresa da lista de privatizações por parte do governo federal.

Em Minas Gerais, o metrô foi vendido pelo preço de um único trem, R$ 25 milhões. Bolsonaro privatizou a CBTU-BH em seus últimos dias de governo, em 2022. Lula poderia ter impedido, mas não o fez. A categoria metroferroviária mineira estava mobilizada e em contato direto com o governo de transição. Depois de privatizado, o metrô de BH ficou cada vez mais precário, com mais acidentes e a passagem aumentou em mais de 17%. Além disso, nessa semana a empresa demitiu em massa 230 trabalhadores(as). Este é o retrato da venda do patrimônio público. Não é isso que queremos para a Trensurb.

O governo Lula se elegeu com uma promessa de campanha do fim da era das privatizações no país. A Trensurb opera há 38 anos sem ter tido acidentes, isso porque os(as) metroviários(as) são comprometidos(as) com um serviço público de qualidade.

Nossos direitos não são mercadoria! Seguiremos cobrando parlamentares, gestores e o governo Lula. Promessas não são suficientes, precisamos de ações concretas contra as privatizações.

60 ANOS DA DITADURA CIVIL-MILITAR NO BRASIL: TRAUMAS E LIÇÕES

60 ANOS DA DITADURA CIVIL-MILITAR NO BRASIL: TRAUMAS E LIÇÕES

Dia 31 de março marca os 60 anos do golpe civil-militar no Brasil, uma ditadura que teve seu apoio nas classes dominantes conservadoras. O período durou mais de 20 anos, retirou liberdades políticas. perseguiu, torturou e matou milhares de pessoas, inclusive mulheres grávidas e crianças.

A data emblemática deve ser lembrada como um período tenebroso da nossa história. Precisamos deixar um recado para aqueles que ainda hoje querem o fim do regime democrático: para que não se esqueça, para que não se repita, ditadura nunca mais.

Na quinta-feira, 28, representantes do Sindimetrô RS, Sindisaúde e ASERGHC se reuniram para um seminário de formação sindical com foco em debater sobre as ditaduras civil-militares da América Latina. O encontro contou com o relato do metroviário argentino Daniel Villavicencio e da Dep. Estadual Luciana Genro.

Existem muitos casos que nunca foram investigados, hoje revelados pela Comissão da Verdade. Brasileiros e brasileiras que resistiram contra as opressões e defenderam a democracia que seguem desaparecidos. Suas famílias estão sem resposta até hoje.

Isso porque a Lei de Anistia que veio ao fim do período perdoou criminosos do período antidemocrático. Ao contrário de outros países da América Latina que julgaram e condenaram militares, o Brasil deixou os militares ficarem impunes.

Uma das maiores fake news da época da ditadura foi que a economia do Brasil despontou. A dura verdade é que os militares quebraram o país, com altos níveis de inflação e desemprego, a dívida externa cresceu 30 vezes, passou de US$ 3,4 bilhões em 1964 para mais de US$ 100 bilhões em 1985. Nesse período, o salário mínimo caiu 50% em valores reais, políticas de arrocho salarial eram prática comum, com reajustes abaixo da inflação, fazendo explodir a desigualdade social.

É preciso defender a democracia e combater o fascismo e o conservadorismo nos dias de hoje. O bolsonarismo reivindica o militarismo vivido na ditadura e promove atos contra a democracia. No dia 8 de janeiro de 2023, uma tentativa de golpe articulado com todo o aparato público com o alto comando das forças armadas, ministros e o ex-presidente Bolsonaro.
Lula cancelou manifestos públicos de seus ministérios sobre o golpe como o que seria organizado pelo ministro dos Direitos Humanos.

Neste ato, seria feito um pedido público de desculpas em nome do Estado brasileiro às vítimas da ditadura. Este ato seria uma reparação simbólica diante da impunidade do período antidemocrático. No entanto, Lula decidiu manter sua política conciliadora não só com a classe empresarial mas com os militares. Ditadura Nunca Mais! Sem anistia aos golpistas! Democracia sempre!