


A privatização que deixou o Amapá inteiro às escuras
A população do Amapá vive uma situação desesperadora por causa do apagão na principal subestação do estado, que é privatizada. Com o caos instalado, os técnicos da Eletrobras foram chamados às pressas para solucionar o problema. Faltou energia em 13 dos 16 municípios, o que provocou uma situação de calamidade pública. Água, telefonia, combustíveis, alimentos, transporte e todo tipo de abastecimento foi gravemente afetado. Em plena pandemia, até os hospitais foram atingidos deixando a população mais carente à mercê.
Nessa subestação, administrada pela espanhola Isolux, um dos três geradores incendiou em 3 de novembro. As causas do incêndio ainda não foram esclarecidas mas, segundo notícias divulgadas na imprensa, o segundo gerador teve vazamento de óleo e o terceiro estava em manutenção.
As entidades que representam os eletricitários cobram da ANEEL uma rigorosa investigação e denunciam que o governo Bolsonaro tenta minimizar a situação.
Mais uma prova de que com os serviços privatizados, o que reina é a lógica do lucro e não o bem-estar e a vida da população.

ACORDO DE ESCALAS SERÁ A PRÓXIMA MOBILIZAÇÃO DA CATEGORIA
O sindicato já protocolou documento solicitando a abertura das negociações do acordo coletivo de escalas. Para a categoria é muito importante a manutenção do atual acordo, que vence dia 30 deste mês.
Para o presidente do Sindimetrô, as escalas aplicadas na Trensurb são o resultado de anos de luta dos metroviários e metroviárias. “É hora da mobilização para mantermos o acordo, que é uma conquista importante”, enfatizou Chagas.

TRENSURB PÚBLICA É COMPROMISSO DE MAIS UMA CANDIDATA EM PORTO ALEGRE
Representantes dos metroviários estiverem reunidos com a candidata Manuela (PC do B) e o vice Rossetto (PT), nesta quinta-feira, 5. Ambos assinaram a carta compromisso em defesa da manutenção da Trensurb estatal.
O presidente do Sindimetrô entregou um estudo encomendado pelo sindicato, que apresenta um diagnóstico sobre o déficit da empresa e sugere medidas para equilibrar as contas. “Somos contra a privatização e estamos discutindo no mesmo marco do governo, mostrando o que deve mudar na administração da empresa”, diz Chagas.
A mobilização do Sindimetrô já conseguiu reunião com dez candidatos que disputam a prefeitura na capital e cidades metropolitanas. Desse total, nove reconhecem a importância da Trensurb pública e assinaram a carta compromisso. Eles também acreditam que haverá uma elevação nas tarifas se a empresa for privatizada.

MAIS CANDIDATOS SE POSICIONARAM CONTRA A PRIVATIZAÇÃO DA TRENSURB

A DEFESA DA TRENSURB PÚBLICA GANHA MAIS UM ADEPTO EM AGENDA REALIZADA PELO SINDIMETRÔ
O candidato a prefeito de Sapucaia pelo MDB, Maninho, seu vice Ismael Ferri do DEM e a candidata à vereadora pelo PDT, Andressa Allet, assinaram a carta compromisso em defesa da manutenção da Trensurb como empresa estatal.
Estiveram reunidos no comitê de campanha do candidato, os metroviários Chagas, Ayllu, Raquel, Júlio Brix e Dornelles.
O Sindicato dos Metroviários do RS começou a série de encontros com os concorrentes às prefeituras de Porto Alegre e cidades metropolitanas atendidas pelo trem.
Já ocorreram reuniões com Fortunati (PTB) Fernanda Melchiona (PSOL) e Melo ( MDB) que distutam na capital.
Os dirigentes sindicais também foram recebidos pelo candidato de Canoas César Augusto (Republicanos); Ary Vanazzi (PT) e Nado ( Cidadania) que disputam a prefeitura em São Leopoldo. Em Sapucaia, a candidata Cazalpina (PSL) também assinou a carta compromisso.
Nesta quarta-feira, 4, ocorrerão mais dois encontros em Sapucaia, com os candidatos Volmir Rodrigues (PP) e Professor André Alves (PSOL). E na quinta-feira, os dirigentes do Sindimetrô serão recebidos pela candidata, de Porto Alegre, Manuela (PC do B).











