Já está circulando a edição nº147 do Jornal do Sindimetrô. A versão traz, na capa, o congelamento dos salários dos funcionários públicos por dois anos. Saiba quem são os deputados e senadores que, mais uma vez, traíram os trabalhadores.
O jornal também trata sobre o fim da aposentadoria especial, que atinge muitos metroviários, e a campanha do Sindimetrô para que a empresa faça os testes da Covid em todos os funcionários.
Apesar da pandemia, o Governo Bolsonaro segue com o projeto de privatização a Trensurb. Saiba como anda o processo e as ações do sindicato.
A categoria metroviária do Rio Grande do Sul apoia a mobilização dos metroviários de São Paulo. Dirigentes do Sindimetrô-RS fizeram um ato de solidariedade, na estação Mercado, usando cartazes com a campanha #EuApoioosMetroviarios.
De acordo com o Sindicato dos Metroviários de SP, a paralisação, programada para o dia 8/7, é uma reação aos ataques do governo de João Dória, que anunciou a redução de adicionais, corte do auxílio transporte e ameaça com a redução nos salários.
Para o presidente do Sindimetrô-RS, governantes e empresários do transporte de massa não tratam o transporte público como um direito constitucional.
“É inegável que os metroviários prestam um serviço essencial à população. É um absurdo o governo Dória aproveitar a pandemia para retirar direitos dos colegas paulistas”, declara Luís Henrique Chagas.
Com grande parte do mundo em quarentena por conta da pandemia do coronavírus, o setor de entregas por aplicativos assumiu uma função de serviço essencial. Mas, nesta quarta-feira (1⁰/7), os entregadores de diversos países prometem parar por melhores condições de trabalho e remuneração, entre outras reivindicações.
O Sindicato dos Metroviários do Rio Grande do Sul apoia e reconhece a legitimidade da mobilização. Para a entidade, milhares de desempregados ingressaram nessa atividade como única opção de garantir seu sustento e de sua família. As empresas estão demitindo milhares de trabalhadores, que caem na informalidade, caso dessas plataformas.
“É uma das pontas da crise do capitalismo. O governo Bolsonaro aprovou projetos que extinguiram as garantias trabalhistas, jogando os trabalhadores para a informalidade”, disse Luís Henrique Chagas.
A greve está focada nos aplicativos Ifood, Rappi e Uber Eats, que são as maiores empresas do segmento. Os já entregadores pedem que a população apoie a greve, boicotando essas plataformas.
Hoje, quando a Rebelião de Stonewall completa 51 anos, o Sindimetrô publica algumas sugestões culturais para deixar de lado o preconceito, retrocesso e conservadorismo. Hora de combater a intolerância e dar vozes a quem merece representatividade!