Na última semana, estivemos em Brasília para tratar de assuntos importantes para a categoria, como a situação do processo de privatização, a luta para que o concurso público saia do papel e a possível reformulação do nosso plano de carreira. Em reunião com a SEST, foi dito que a empresa ainda não formalizou essas pautas junto ao MGI.
Relatamos nosso panorama do ponto de vista dos trabalhadores e entregamos um ofício cobrando apoio para a realização do concurso.
Além disso, a Deputada Fernanda Melchionna protocolou ofício endereçado para Secretário do PPI Marcus Cavalcanti, fazendo a mesma cobrança, pois depende de decisão do PPI a realização do concurso.
Acompanhamos em frente ao Palácio do Planalto, um grande protesto dos trabalhadores dos correios de várias partes do Brasil contra o desmonte e avanço da terceirização da empresa pelo Governo Lula.
Já na Câmara dos Deputados, acompanhamos a discussão e aprovação do relatório da PEC da Segurança, importante para a segurança metroviária.
O Congresso Inimigo do Povo segue atacando os direitos dos trabalhadores e a democracia. Tentaram salvar o mandato da Carla Zambelli, presa na Itália. Aprovaram o Marco Temporal que pode reduzir direitos assegurados dos Povos Indígenas, além do PL da Dosimetria, um novo nome para o PL da Anistia, que gerou protestos no Brasil inteiro.
Participamos de atos em Defesa do Mandato do Deputado Glauber Braga e vimos o autoritário Presidente da Câmara Hugo Motta ter medo do povo e fechar as portas de acesso à Câmara.
Nossa luta segue, por mais direitos, mais democracia e uma Trensurb Pública, estatal e de qualidade.
Nesta quinta-feira, 18, a categoria metroviária se reúne no saguão do prédio administrativo da Trensurb para a apreciação e aprovação dos demonstrativos contábeis do ano de 2024 do Sindimetrô RS, a partir dos pareceres do Conselho Fiscal.
A assembleia tem a primeira chamada às 12h e última chamada às 12h30.
Nos últimos dias os trabalhadores (as) da Petrobrás e dos Correios iniciaram greve por tempo indeterminado.
Essas mobilizações são respostas às políticas neoliberais do governo federal que insiste em não atender às necessidades da classe trabalhadora e segue orquestrando o desmonte do patrimônio público e gerenciando o capital.
Lula se elegeu com a promessa de dar fim às privatizações e retirou os Correios do PND. Porém não encerrou a era de sucateamento, precarização e da retirada de direitos dos trabalhadores (as).
Durante o movimento legítimo dos petroleiros, no RJ, dirigentes sindicais foram presos ilegalmente enquanto exerciam seu direito à greve. A polícia agiu sem diálogo e de forma truculenta.
O Sindimetrô RS vem prestar apoio e solidariedade irrestrita aos movimentos destas categorias que estão lutando pelo futuro dessas empresas históricas e essenciais para a soberania nacional brasileira.
SEREMOS RESISTÊNCIA A TODA E QUALQUER FORMA DE ENTREGA E DESMONTE DO PATRIMÔNIO PÚBLICO!
Na noite de ontem, 16 de dezembro, o governo federal anunciou a concessão da CBTU-PE. Na reunião, firmaram o contrato o presidente Lula, a governadora pernambucana Raquel Lyra, parlamentares da bancada pernambucana e o ministro da Casa Civil, Rui Costa no Palácio do Planalto.
O anúncio da estadualização, seguida de concessão da CBTU de Pernambuco representa um ataque direto ao transporte público e à categoria metroferroviária.
Trata-se de uma medida tomada por um governo que se elegeu prometendo o fim do ciclo de privatizações no Brasil, mas que, na prática, mantém os metrôs no Plano Nacional de Desestatização (PND) e aprofunda o desmonte sistemático de serviços públicos essenciais para a população. Longe de resolver os problemas do sistema, a concessão agrava os problemas estruturais e submete o transporte público à lógica do lucro.
A experiência das privatizações e concessões no setor metroferroviário pelo país é conhecida: piora da qualidade do serviço, aumento das tarifas, ampliação dos subsídios públicos para garantir o lucro privado e precarização das condições de trabalho, com redução de efetivo e intensificação da exploração. Mesmo diante desses resultados, o governo insiste nesse modelo, repetindo a política do governo Bolsonaro, que privatizou a CBTU de Minas Gerais, e agora anunciando, no final do ano, a entrega da CBTU de Pernambuco.
O Sindicato dos Metroviários do Rio Grande do Sul repudia este ataque à categoria metroferroviária brasileira e denuncia que o governo Lula, ao governar aliado ao Centrão e a setores da direita, não governa para os trabalhadores, mas para atender aos interesses do grande empresariado, do sistema financeiro e da elite econômica do país. Trata-se de uma traição à categoria metroferroviária e às promessas de campanha de encerrar as privatizações.
Não aceitaremos a entrega da Trensurb e da CBTU de Pernambuco sem luta. Estaremos na linha de frente da mobilização e enfrentaremos qualquer governo que ataque os trabalhadores e a categoria metroferroviária brasileira.
Seguiremos lutando pelos direitos da classe trabalhadora e de um transporte público estatal e de qualidade!
Os plantões de assessoria com advogados no Sindimetrô RS irão entrar em recesso nos atendimentos presenciais. Nesta semana acontecem os últimos plantões presenciais do ano.
Mesmo com o recesso, os processos continuam e você pode entrar em contato de forma remota. Confira os horários de plantões semanais do ano de 2025 e a data de retorno para o ano que vem:
ANA RITA – PRO-JUST Advogados – TERÇA das 10h às 12h Último atendimento: 16/12/2025 Volta a atender: 20/01/2026
JEVERTON – Young, Dias, Lauxen & Lima Advogados – QUARTA das 13h30 às 15h Último atendimento: 17/12/2025 Volta a atender: 21/01/2026
FILIPE E DANIEL- Britto & Lemmertz Advogados – QUINTA – das 13h30 às 15h30 Último atendimento: 18/12/2025 Volta a atender: 29/01/2026
BRUNO – Razão e Consciência (criminalista) – SEXTA das 14h às 15h Último atendimento: 19/12/2025 Volta a atender: 23/01/2026
Para dúvidas, entre em contato com o Sindimetrô RS
Os metroviários e metroviárias, além da população que utiliza o trem todos os dias, merecem condições dignas para o trabalho e o transporte.
A estação Mercado, a maior da Trensurb, vinha sofrendo constantemente com falta de água, principalmente nos banheiros, fazendo com que as condições sanitárias para os trabalhadores e a população se tornassem insustentáveis.
O acesso à água é algo básico e fundamental para a qualidade de vida, e isso não estava sendo garantido pela direção da empresa.
Diante dessa situação inaceitável, o SindimetrôRS atuou cobrando a empresa, por meio de dois ofícios, exigindo providências imediatas.
Na última sexta-feira, após essas cobranças, foram instaladas caixas d’água na estação, o que deve solucionar o problema de abastecimento.
A Trensurb recebeu quase 300 milhões de reais para sua reconstrução e ainda há muito a ser feito. Precisamos de mais agilidade e respeito com a categoria metroviária e os usuários.
O SindimetrôRS seguirá fiscalizando e cobrando da empresa soluções definitivas com transparência, para garantir condições dignas de trabalho aos metroviários e metroviárias e um serviço de qualidade para a população.