TERMÔMETRO DO MACHISMO! FIQUE ATENTA AOS SINAIS!

TERMÔMETRO DO MACHISMO! FIQUE ATENTA AOS SINAIS!

Lançamos um material em março para conscientizar acerca da violência contra a mulher. O termômetro de machismo, com exemplos e canais para denúncias.

As mulheres são minoria no quadro de funcionários, mas a maioria das usuárias na Trensurb. O enfrentamento ao assédio sexual e a todo tipo de violência é necessário para avançar na defesa de uma Trensurb pública, estatal e de qualidade, segura para trabalhadores e trabalhadoras.

Seguimos cobrando agilidade e seriedade da direção da Trensurb para enfrentar os casos de assédio. A demora nos processos de apuração interna em casos de assédio pode reforçar a impunidade diante de casos de violência. Somente a construção do protocolo contra o assédio não basta, e estamos vigilantes para que a ferramenta seja efetivamente implementada para mudar a cultura machista dentro da empresa.

Fique alerta aos sinais: representação machista na mídia, invisibilização do trabalho doméstico, linguagem sexista, “piadas” machistas, cultura do estupro, machismo estrutural demonstram atitudes machistas cotidianas, mas que contribuem para normalizar a violência contra a mulher.

Fique alerta aos sinais: representação machista na mídia, invisibilização do trabalho doméstico, linguagem sexista, “piadas” machistas, cultura do estupro, machismo estrutural demonstram atitudes machistas cotidianas, mas que contribuem para normalizar a violência contra a mulher.

Procure ajuda ao presenciar atos como chantagem, mentiras, humilhação, controle, culpabilização, manipulação, controle, proibições, tortura psicológica, ridicularização, toques físicos sem consentimento, isolamento ou abandono.

Casos mais graves como feminicídio, agressão física, quebra de bens pessoais, mutilação, insultos, gritos, ameaças, abusos, forçar sexo (estupro), socar a parede são o resultado grave de uma cultura de violência, que mata mulheres e também afeta negativamente a vida dos homens.

Não silencie! Basta de assédio e de violência contra a mulher!

A TRENSURB NÃO PODE ECONOMIZAR EM CIMA DA VIDA DOS(AS) TRABALHADORES(AS)

A TRENSURB NÃO PODE ECONOMIZAR EM CIMA DA VIDA DOS(AS) TRABALHADORES(AS)

A direção do Sindimetrô RS está fazendo os cálculos de divisão do plano de saúde.

Temos pressa para resolver essa questão e através da mobilização da categoria metroviária vamos em busca de uma solução justa para todos os(as) trabalhadores(as).

Há dez anos o sindicato vem denunciando a forma da cobrança do plano de saúde e seguimos na defesa dos nossos direitos!

SEM ANISTIA! DITADURA NUNCA MAIS!GOLPISTAS NO BANCO DOS RÉUS!

SEM ANISTIA! DITADURA NUNCA MAIS!GOLPISTAS NO BANCO DOS RÉUS!

Dia 31 de março marca 61 anos do golpe civil-militar no Brasil, uma ditadura que teve seu apoio nas classes dominantes conservadoras. O período durou mais de 20 anos, retirou liberdades políticas. perseguiu, torturou e matou milhares de pessoas, inclusive mulheres grávidas e crianças.

A primeira turma do STF formou maioria para uma decisão histórica, que tornou réus articuladores da tentativa de golpe do 8 de janeiro de 2023. O momento é marcante, a primeira vez em que membros do alto escalão das forças armadas serão julgados por crimes no Brasil. Isso porque a Lei de Anistia de 1979 perdoou criminosos do período antidemocrático. Ao contrário de outros países da América Latina que julgaram e condenaram militares, o Brasil deixou os militares ficarem impunes.

Além do ex-presidente Bolsonaro, viraram réus Almir Garnier, ex-comandante da Marinha; Braga Netto, General Augusto Heleno, Anderson Torres e Paulo Sérgio Nogueira, ex ministros de Bolsonaro, Mauro Cid, na época ajudante de ordens da presidência, e Alexandre Ramagem, ex-diretor da ABIN e deputado federal.

É preciso defender a democracia e combater o fascismo e o reacionarismo nos dias de hoje. O bolsonarismo reivindica o militarismo vivido na ditadura e promove atos contra a democracia. É um momento histórico e decisivo para o Brasil!

É preciso manter a pressão para que os golpistas sejam condenados e presos. Sem anistia para golpistas!

SINDIMETRÔ RS VISITA TRABALHADORES DA MANUTENÇÃO NOTURNA

SINDIMETRÔ RS VISITA TRABALHADORES DA MANUTENÇÃO NOTURNA

Na quinta-feira, 27, a diretoria do Sindimetrô RS foi até a Sesin para dialogar com a categoria do setor de manutenção noturna. A visita contou com a presença da assessoria jurídica do sindicato. Durante a noite, os trabalhadores relataram as condições de trabalho e tiraram dúvidas.

O trabalho da manutenção foi essencial para a retomada da operação após as enchentes de maio. É necessário modernizar a Trensurb, desterceirizar a manutenção é parte importante para qualificar o serviço.

A nossa luta em defesa da Trensurb 100% pública e estatal necessita de cada trabalhador e trabalhadora!

MUDANÇA NA COBRANÇA DO PLANO DE SAÚDE AFETA O FUTURO DE TODA A CATEGORIA METROVIÁRIA

MUDANÇA NA COBRANÇA DO PLANO DE SAÚDE AFETA O FUTURO DE TODA A CATEGORIA METROVIÁRIA

Nesta segunda, 31, a direção do Sindimetrô RS voltou a se reunir juntamente com a Comissão de aposentados para tratar do plano de saúde, com a assessoria jurídica da Projust. A empresa implementou os novos valores e formatos sem negociar com os trabalhadores.

Na semana passada, a comissão de Aposentados voltou a se reunir com o Sindimetrô RS. Entramos com um ofício cobrando uma reunião para tratar do tema com a direção da empresa, mas não fomos ouvidos.

Os(as) aposentados(as) construíram o legado do serviço de qualidade que a Trensurb presta há 40 anos à população gaúcha, são trabalhadores(as) que dedicaram suas vidas à empresa, e não podem ser penalizados com este tratamento. O Sindimetrô RS não concorda com o formato antigo de cobrança, e por isso já entramos com quase 200 ações pedindo alteração de custeio do plano de saúde. As ações foram afim de encontrar soluções de custeio justa para toda a categoria metroviária.

Amanhã, o grupo de aposentados irá até a sede da Trensurb às 9h para manifestar e pressionar a empresa para negociação. Convocamos a todos(as) para apoiarem esta luta. Ainda que uma parcela dos(as) metroviários(as) não seja afetada imediatamente com a mudança, este é um ataque aos direitos de toda a classe trabalhadora, pois no futuro, essa ação irá afetar a todos(as). Sabemos da importância do plano de saúde para a vida dos(as) trabalhadores(as) e suas famílias e iremos defender e buscar alternativas viáveis para a nossa categoria. Seguimos cobrando celeridade da direção da Trensurb para a resolução dessa questão.

Os(as) metroviários(as) são o maior patrimônio da Trensurb e consideramos estas medidas um ataque às nossas conquistas históricas. O plano de saúde está sendo tratado diariamente pelo sindicato e estamos dedicando nossos esforços para que isso se resolva da forma mais adequada e justa para todos os trabalhadores e trabalhadoras.