Na manhã desta sexta-feira (09), o Conselho Fiscal do Sindimetrô se reuniu na sede da entidade para analisar as contas do sindicato. O período analisado foi o de janeiro a abril de 2021.
Todos os conselheiros foram convocados e os quatro integrantes presentes (Back, Gonzaga, Giovane Rodrigues e Abreu) aprovaram as contas apresentadas pelo diretor financeiro, sem ressalvas.
O conselho e o Sindimetrô acordaram que uma assembleia de apreciação das contas de 2020 e a apresentação do Plano Orçamentário Trienal será agendada tão logo as negociações do ACT se encerrem. E, claro, com a diminuição da crise pandêmica que vivemos.
As metroviárias e os metroviários chamados no último concurso, foram recebidos nesta quinta-feira (08/07) no Sindimetrô/RS.
Os agentes de estação almoçaram no sindicato e depois tiveram uma rápida reunião com alguns dirigentes, onde foram atualizados sobre o trabalho contra a privatização da Trensurb.
O presidente da entidade informou que já solicitou à empresa, que os novos funcionários sejam imunizados contra Covid: “É importante que todos comecem suas funções já vacinados, pois o ambiente é de alto contágio”, disse Luís Henrique Chagas.
Participaram do almoço sete novos agentes, a secretária-geral, Ayllu, os diretores jurídico, Ronas, de comunicação, Lucas Viegas, o financeiro, Wladimir e a secretária dos aposentados, Noêmia.
É possível aceitar que uma empresa de transporte público suspenda as linhas, deixando a população a pé? Pois foi o que fez a empresa Trevo, com seis linhas da Zona Sul de Porto Alegre. Na quinta-feira (1º) foram retirados de circulação 18 ônibus e na sexta-feira outros 18, deixando os passageiros sem transporte. A alegação foi falta de dinheiro para o óleo diesel. A solução da prefeitura foi transferir o serviço, novamente, para a empresa pública Carris.
O presidente do Sindimetrô/RS lembra que durante a pandemia essa mesma empresa suspendeu o serviço, alegando falta de passageiros. Já está se tornando comum as empresas privadas deixarem a população sem ônibus.
Na avaliação da entidade falta planejamento para o transporte urbano de massa. A prioridade é para um sistema rodoviário de alto custo e qualidade baixa para o usuário: “Tem que investir na expansão das linhas do trem e ampliar a integração entre ônibus e trem”, defende Luís Henrique Chagas.
O presidente do sindicato também sugere a utilização de veículos menores nos horários com pouca demanda: “O que não pode é uma empresa abandonar o serviço e ficar por isso mesmo”, finalizou Chagas.
As linhas que a Trevo suspendeu são: Intendente Azevedo, Nazareth, Nazareth / Intendente, Nazareth / Intendente / Patrimônio, Cruzeiro do Sul e Pereira Passos.
Os metroviários e as metroviárias mais uma vez foram às ruas neste sábado, para exigir o impeachment de Bolsonaro. A exemplo do que aconteceu em 29 de maio (29M) e 19 de junho (19J), o protesto deste sábado reuniu milhares de pessoas em Porto Alegre. Foi o terceiro ato contra o governo num prazo de 35 dias.
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Para o diretor de comunicação do Sindimetrô/RS, o presidente é uma ameaça constante à democracia e à vida de todos nós. São mais de 520 mil mortes por covid, há falta de vacinas, perseguição aos funcionários públicos, privatizações e ataques diários à imprensa: “Uma lista enorme de desmandos que está mobilizando multidões pelo impeachment”, disse Lucas Viegas.
Segundo a vice-presidente do sindicato, as manifestações organizadas por centrais sindicais, partidos de esquerda, estudantes e movimentos sociais começam a ganhar representantes dos partidos de centro e dos chamados bolsonaristas arrependidos. “Até quem não tem envolvimento político já percebeu que esse governo não pode continuar”, alerta Keity Goularte.
O diretor jurídico, Ronas Mendes Filho, aponta ainda que as investigações da CPI trouxeram à tona um escândalo na compra das vacinas: “A revelação de que Bolsonaro sabia das negociatas do líder do governo com laboratório farmacêutico foi uma bomba”.
Segundo a secretaria-geral, entidades sindicais de diversas categorias estão organizadas para defender os trabalhadores, e o Sindimetrô luta em três frentes: “Garantir os direitos dos metroviários na negociação coletiva, barrar a privatização da Trensurb e tirar o Bolsonaro do poder”, revela Ayllu Duarte Acosta.
As manifestações pelo impeachment de Bolsonaro ocorreram em todas as capitais, no Distrito Federal e em inúmeras cidades do interior do país. No exterior também foram registrados atos pelo “Fora Bolsonaro”.
Os metroviários e as metroviárias voltam às ruas de Porto Alegre neste sábado (3), para exigir o impeachment do presidente Bolsonaro (sem partido). A abertura de processo de impedimento só ocorre se houver a aceitação do presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira.
A terceira manifestação popular contra o governo é convocada pela CSP Conlutas e outras centrais sindicais, diversas categorias de trabalhadores, estudantes, movimentos sociais e partidos políticos de esquerda, entre outros segmentos.
A expectativa é que os protestos ocorram em 180 cidades, com a participação de centenas de milhares de brasileiros, assim como ocorreu nos atos de 29 de maio e 19 de junho.
Segundo o presidente do Sindimetrô RS, a população não aguenta mais os desmandos de Bolsonaro, e que o momento é de mobilização dos trabalhadores: “Este governo contabiliza mais de meio milhão de mortos por Covid, tem quase 15 milhões de desempregados, fome e miséria. O Bolsonaro não pode ficar”, argumenta Luís Henrique Chagas.
Em Porto Alegre a concentração ocorre a partir das 14hs e o ato começa às 15 horas no Largo Glênio Peres.
Na tarde desta quinta-feira (01), a diretoria do Sindimetrô RS lançou uma campanha de arrecadação de alimentos para doação nas comunidades do entorno da sede do sindicato. Neste tempo pandêmico, de crises acumuladas (sanitária, econômica, social, política), do desemprego, da pobreza e da fome aumentando e da falta de políticas públicas por parte do governo Bolsonaro, a entidade decidiu fazer alguma ação para ajudar a amenizar o efeito dessas mazelas sociais que assolam as populações mais vulneráveis.
A distribuição ocorreu na ocupação do antigo Detran ao lado da vila dos Ferroviários, no entorno do bairro Humaitá. Foram distribuídas as primeiras 24 cestas, doadas pelos diretores, a diversas famílias do vilarejo. As demais 24, doadas pelo sindicato, serão distribuídas nos próximos dias.
Posteriormente a categoria metroviária será incluída na campanha com a colocação de caixas de arrecadação de alimentos nas estações e setores do pátio. E o método aplicado para os diretores será o mesmo para a base: cada quilo de alimento doado pelo metroviário, será doado mais um quilo pelo Sindimetrô. A campanha estará nos locais de trabalho a partir da próxima semana.
Pedimos a colaboração massiva dos metroviários para que possamos ajudar o maior número de pessoas possível.